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Curso de Editoração da ECA comemora 30 anos

      
Este ano o curso de Editoração da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP (Universidade de São Paulo) está completando 30 anos. Considerado o pioneiro no Brasil nesta área, o curso foi criado em 1971 quando se iniciou um aumento na procura de profissionais especializados na seleção e edição de livros e periódicos, além de pessoas capazes de coordenar as produções da indústria fonográfica, que, naquela época, apresentava-se em franco crescimento.

Hoje, nota-se um aumento de escolas que o oferecem, mas a maioria volta-se para apenas alguns dos muitos aspectos que a editoração abrange. "Apesar de haver uma proliferação do curso, eles acabam enfocando a editoração eletrônica, o desenho gráfico e não a formação de editores com um olhar crítico. Para isso, o aluno precisa de uma formação muito mais ampla indo desde a parte humanística com aulas de literatura, criação de textos até a parte de marketing, que seria a recepção do produto pelo consumidor", diz Plínio Martins Filho, professor da ECA e diretor-presidente da Editora da USP (Edusp).

Desde o início do curso, os alunos de editoração da USP aprendem a entrar em contato com todos os passos envolvidos na produção de meios impressos (revistas, livros, etc).

A partir do quinto semestre, toda a parte teórica absorvida é aplicada na Com-Arte, editora-laboratório na qual os estudantes selecionam e publicam, depois de uma rigorosa seleção, obras de colegas e escritores ainda desconhecidos. Essas obras são agrupadas na série Primeira Impressão, que também conta com o projeto de ilustração de jovens artistas plásticos. "Na Com-Arte vemos desde o projeto gráfico até a divulgação, passando por edição de texto, gerenciamento administrativo e coordenação geral de todos os processos", comenta Eduardo Higasokei, aluno do terceiro ano.

Todo ano 15 alunos ingressam no curso. "Sabemos que são poucas vagas, mas a maioria acaba sendo absorvida pelo mercado, que hoje procura por editores qualificados", declara Martins Filho.

É na Com-Arte que surge a primeira oportunidade de emprego: os alunos que mais se destacam nos trabalhos da editora-laboratório são convidados a estagiar na Edusp. "Temos oito estagiários aqui e eles realizam as mesmas tarefas de um profissional já formado. Muitos deles são depois contratados e, mais tarde, vêm a ganhar prêmios por suas produções" orgulha-se o diretor-presidente da Edusp.

Fonte: USP
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