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OAB critica mudanças no ensino

      
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Rubens Aprobato, pediu ao ministro da Educação, Paulo Renato de Souza, que recue da decisão que libera as 442 faculdades de Direito do país de seguir um currículo mínimo. Desde o dia 13 de maio, essas faculdades podem seguir diretrizes básicas sobre as quais elaboram o conteúdo de seus cursos.

A resolução do Conselho Nacional de Educação, aprovada pelo ministério e publicada no Diário Oficial, abre espaço para oferta de cursos mais direcionados a áreas especificas, como direito internacional, por exemplo. A decisão pode mudar a cara das faculdades que formam advogados e magistrados do país a partir do ano que vem.

E é interpretada por alguns como estímulo à expansão do ensino superior de baixa qualidade. ''A expectativa mais otimista dos empresários de ensino não poderia almejar algo tão bom'', diz Rubens Aprobato. ''Isso pode levar a cursos de pequena duração ou a faculdades que só repetem um mesmo assunto'', reforça Paulo Medina, membro da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem. O ministro prometeu discutir o conteúdo da resolução com representantes da OAB, ministério e Conselho.

''Se concordarmos com eles, vou sugerir mudanças'', disse. Mas defendeu a substituição dos currículos mínimos pelas diretrizes curriculares como uma concepção mais moderna de ensino.

Fonte:Jornal do Brasil
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