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UFPA promove recadastramento de quadro funcional até sexta

      
A Universidade Federal do Pará (UFPA) começa hoje o recadastramento dos servidores ativos e inativos, que será encerrado na sexta-feira, 24, no campus universitário do Guamá, em Belém, e nos campi do interior do Estado. Cerca de 5,5 mil funcionários serão recadastrados. A medida é uma das bases para os programas de aperfeiçoamento dos servidores previstos no Plano de Desenvolvimento da UFPA.

Cada servidor recebeu anexo ao contracheque deste mês dois formulários: um com as informações que já constam no sistema da UFPA sobre ele e outro para a atualização cadastral. Os funcionários poderão encaminhar os formulários através do próprio local de trabalho ou pela página da UFPA na Internet. Além disso, 120 pessoas foram treinadas como recadastradores para informar os servidores e incentivar o envio dos formulários.

"Se o servidor não se recadastrar, ele continuará na folha de pagamento, mas vai ficar de fora do nosso sistema de informação, que é de onde vamos partir para oferecer cursos de especialização, mestrado e doutorado.

O reitor enviou carta aos servidores para mostrar que isso é importante para a instituição e para eles mesmos", disse o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Francisco Matos de Abreu. Segundo o pró-reitor, com o recadastramento a UFPA saberá o perfil dos seus funcionários e poderá utilizar melhor seus recursos humanos, além de programar ações de qualificação direcionada dentro das dez áreas temáticas definidas pelo Plano de Desenvolvimento como áreas de maior impacto para a região. "Hoje temos um quadro de 1.567 servidores ativos, dos quais 511 têm graduação, 126 têm especialização, 21 têm mestrado e só três têm doutorado.

Eles são uma peça fundamental na gestão acadêmica, mas ainda não estão qualificados para se adequar ao modelo da moderna administração pública. Temos 1.547 professores. O nosso índice de Qualificação do Corpo Docente é de 2,93, enquanto que o índice máximo é cinco. Quer dizer, ainda não chegamos nem no regular". Nos próximos dois anos, a UFPA deve gastar cerca de R$ 700 mil para proporcionar cursos de especialização para 250 servidores.

Fonte:O Liberal
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