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UFPA recebe calouros para uma caminhada no campus

      
A Universidade Federal do Pará (UFPA) recebeu os calouros de 2002 ontem com uma caminhada pelo campus do Guamá, onde eles receberam material explicativo sobre o funcionamento da universidade e fizeram atividades físicas. Foi somente a abertura da Semana do Calouro, que terá ainda mutirões de prevenção às drogas e à dengue. O tema da Semana do Calouro este ano é a "Integração em Defesa da Vida e da Paz".

Segundo o professor Walter Amoras, coordenador do programa de "Saúde, Esporte e Lazer" da UFPA e responsável pela programação, a semana abre um calendário de atividades que deve ser realizado durante todo o período letivo em busca da integração dos vários setores da academia, além das famílias dos estudantes. "Essa é uma discussão salutar para a juventude. Também queremos que as famílias sintam que a proposta desta administração é encarar os problemas de frente.

"Hoje acontece o Mutirão de Prevenção às Drogas, com a participação das ONG's Desafio Jovem da Amazônia, Desafio Jovem de Belém, Centro Fazenda Embrião, do Centro Nova Vida, dos Alcoólicos Anônimos e ainda do Conselho Estadual de Entorpecentes.

Segundo Walter Amoras, as entidades devem trabalhar junto a UFPA na criação de um comitê de prevenção que vai intensificar esse trabalho dentro dos campi da UFPA. Amanhã, último dia do programa de recepção dos calouros, será realizado o "Mutirão da Dengue". O trabalho será feito de forma integrada pelo Departamento de Higiene e Medicina Preventiva, Núcleo de Medicina Tropical da Sesma e Departamento de Educação em Saúde da Sespa.

A intenção é estimular os usuários do campus do Guamá a identificar e eliminar criadouros do mosquito transmissor da dengue, além de incentivar centros e diretórios acadêmicos a promoverem atividades na área da Saúde Pública. Em todo o Estado, a UFPA está recebendo cerca de 4.500 estudantes este ano. Em torno de 3 mil deles só em Belém. Estudantes como o casal Sérgio Lima, 22, e Márcia Bessa, 21, ambos calouros de Engenharia Sanitária.

"Era o que a gente queria mesmo. Tivemos informação anterior sobre o curso, visitamos a universidade e gostamos", diz Sérgio. "A gente sabe das dificuldades da universidade. Mas a gente tem que se valer do próprio esforço. Só esperamos que não enfrentar tantas greves nesses cinco anos para sair o quanto antes", diz Márcia.

Fonte:O Liberal
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