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USP, Unesp e Unicamp param hoje por 24h

      
Os sindicatos dos funcionários e professores das três universidades públicas do Estado de São Paulo decidiram ontem promover uma paralisação de 24 horas hoje para pressionar os reitores a rever a proposta de reajuste salarial oferecida na semana passada às duas categorias. ·s 15h, representantes do Fórum das Seis -entidade que reúne os sindicatos -sentam à mesa com o membros do Conselho dos Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp).

Numa demonstração de força e mobilização, os sindicalistas prometem enviar caravanas com quase 15 ônibus para a porta da sede da Universidade Estadual Paulista (Unesp), na Alameda Santos 647, local da reunião. Professores, funcionários e também alunos devem partiCIpar do ato. Este ano os sindicatos estão encampando a reividicação de estudantes por contratação de mais professores. Desde 2 de maio, alunos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) estão parados pelo déficit de docentes.
Embora os trabalhadores da Universidade de São Paulo (USP), Univesidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Unesp defendam uma pauta com 12 reivindicações, o nó em torno a discussão salarial foi o que desencadeou a mobilização.

O Cruesp oferece 6,43% - índice de preço ao consumidor medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, da USP (Fipe) nos últimos 12 meses. Funcionários e professores - que recebem o mesmo reajuste e têm data-base em maio - exigem 16%. Na sexta-feira, após a primeira rodada de conversação entre reitores e trabalhadores, o fórum decidiu por uma indicação de greve como mostra de descontentamento com a oferta. Na linguagem sindical, essa indicação significa um passo antes de uma paralisação, que é ou não ratificada nas assembléias. Até o final da tarde de ontem, funcionários de seis dos 15 câmpus da Unesp haviam decidido parar. Somente os professores de Ilha Solteira tinham aderido.

Os sindicatos das demais universidades haviam aprovado a paralisação, sendo que na USP os professores não trabalharão apenas depois das 12 horas. Na avaliação do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), os 6,43% ficam muito abaixo da inflação e do crescimento do ICMS - cuja parcela de 9,57% representa o orçamento das três universidades desde 1989. A Associação dos Docentes da Unesp (Adunesp) aprovou na assembléia de ontem uma possível contraproposta.

Aceitariam um reajuste de 9,66% agora e a negociação do restante -até chegar aos 16% - em setembro. A idéia será submetida ao Fórum das Seis que se reúne hoje às 10h, no câmpus da USP. Durante toda a tarde de ontem, o Estado tentou entrar em contato por e-mail e por telefone com o atual presidente do Cruesp, José Carlos de Souza Trindade, reitor da Unesp. As linhas se mantiveram ocupadas por horas e sua assessoria não respondeu ao e-mail.

Fonte: O Estado de São Paulo
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