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USP, Unesp e Unicamp paralisam por melhor reajuste de salário

      
Os funcionários e professores das três universidades estaduais paulistas, USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unesp (Universidade Estadual Paulista), paralisaram suas atividades hoje para pressionar os reitores a rever a proposta de reajuste salarial oferecida na semana passada.

Às 15h, representantes do "Fórum das Seis" (entidade que reúne os sindicatos)- vão negociar com os membros do Cruesp (Conselho dos Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) na reitoria da Unesp, que fica na Alameda Santos, 647, em São Paulo.

O Cruesp oferece 6,43% (índice de preço ao consumidor medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP nos últimos 12 meses) de reajuste. Funcionários e professores (que recebem o mesmo reajuste e têm data-base em maio) exigem 16%. Na avaliação do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), os 6,43% ficam muito abaixo da inflação e do crescimento do ICMS.

A Adunesp (Associação dos Docentes da Unesp) aprovou na assembléia de ontem uma possível contraproposta. Aceitariam um reajuste de 9,66% agora e a negociação do restante (até chegar aos 16%) em setembro. Já a USP, vai levar para a mesa de negociação hoje uma contraproposta de reajuste salarial parecida: 9,68% agora em maio (pelo ICV do Dieese) e um novo reajuste em novembro para compensar as perdas do período pelo ICV do Dieese, levando também em consideração o desempenho do ICMS.

Segundo a assessoria de imprensa da Unicamp, onde a interrupção das atividades é de 24h, do total de docentes da instituição, apenas 10% paralisaram os trabalhos hoje - a área médica, por exemplo, está funcionando normalmente. Já na USP, a paralisação dos funcionários começou às 5h30 e a dos professores às 12h - as duas devem durar doze horas. O Sintusp informou ainda que a adesão dos funcionários foi de cerca de 85%. A Adusp (Associação dos Docentes da USP) não soube informar quantos professores estão parados.

As assessorias das duas universidades afirmam que a manifestação foi marcada para hoje com o intuito de que docentes e funcionários pudessem acompanhar a reunião desta tarde e pressionar os reitores. Além do reajuste salarial, também faz parte da pauta de reivindicação, entre outros, a contratação de docentes e funcionários, a expansão de vagas e a melhoria do atendimento de saúde.
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