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Campus de Palmas adere à paralisação

      
Os estudantes do campus da Unitins de Palmas aderiram, ontem, ao movimento de paralisação em protesto pela demora da assinatura do decreto presidencial que possibilitará a implantação da Universidade Federal do Tocantins. Até ontem, quatro campi da instituição já haviam interrompido as atividades.

Além do de Porto Nacional, primeiro a parar, os campi de Palmas, Gurupi e Arraias também decidiram se mobilizar. As atividades ficarão suspensas por um período de 10 dias. Até lá, segundo o presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Orion Milhomem, os alunos serão conscientizados a respeito da situação em que se encontra o processo. Orion comenta que, na segundafeira, todos os campi da Unitins do Estado estarão realizando assembléias gerais com os alunos para discussão do problema.

Na terça-feira, ele diz que, provavelmente, os estudantes devem fazer manifestações pelos municípios. Em Palmas, os protestos começaram na última segunda-feira, quando um grupo de alunos realizou uma manifestação durante a apresentação da Orquestra Sinfônica de Brasília, em comemoração ao aniversário da Capital. Na ocasião, a Unitins divulgou nota de repúdio ao ato. Sobre as paralisações, o reitor da Universidade do Tocantins (Unitins), Edson Nazareth Alves, afirmou que a instituição não tem nenhuma posição a dar.

"Cada um tem o direito de fazer manifestação, só que com respeito, sem interferir na integridade dos outros", enfatizou ele.

Situação

De acordo com o reitor da Unitins, que retornou ontem de Brasília, onde esteve reunido com o reitor da UnB, Lauro Morhy, e com diretores do Ministério da Educação (MEC), o decreto e a Disposição de Motivos 050 (documento legal que define o decreto ao Presidente da República) foram enviados ontem para o Ministério do Planejamento. Há cerca de 15 dias, o MEC havia informado que os documentos já haviam sido encaminhados ao Ministério do Planejamento. Somente depois de análise no Planejamento, é que eles serão enviados à Casa Civil da Presidência da República para serem assinados.

Todo o processo de implantação da Universidade Federal do Tocantins (UFT) depende da assinatura do decreto. Será por meio do documento que o reitor da Universidade de Brasília (UnB), Lauro Morhy, poderá conduzir o processo de implantação da UFT e realizar o concurso público para o quadro de professores e funcionários da instituição.

Fonte: Jornal do Tocantins
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