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Secretário pede à Uerj para adiar vestibular

      
O secretário estadual de Educação, William Campos, pediu ontem à reitora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Nilcéa Freire, o adiamento da primeira prova do vestibular Estadual 2003, marcada para 9 de junho. Participam do concurso, além da Uerj, a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e a Academia de Polícia Militar dom João VI.

A questão será decidida hoje, numa reunião do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Csepe) da Uerj. - Eu lamento ter que pedir o adiamento, mas preciso estar certo de que o vestibular vai transcorrer com tranqüilidade. Não podemos correr o risco de ver o concurso se transformar num caos - disse Campos, lembrando o tumulto que ocorreu no vestibular da UFRJ no ano passado, durante a greve dos professores das instituições federais.

O secretário já havia sido procurado pelo Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe) e pela Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas (Ames), que pediam o adiamento do concurso por causa da greve dos professores, que durou 77 dias. Em caso de adiamento, o secretário propõe que a data da prova, marcada para 9 de junho, não passe de 14 de julho.

De acordo com a reitoria da Uerj, a proposta de adiamento da prova já estava na pauta do Csepe antes de a reitora Nilcéa Freire ter recebido o ofício enviado pelo secretário de Educação. Em nota, a reitora disse que a Uerj está solidária ao apelo dos estudantes, mas a decisão final caberá ao Csepe. Para a coordenadora-geral do Sepe, Beatriz Lugão, o pedido de William Campos foi uma vitória do bom senso: - Sabemos que a Uerj tem autonomia para decidir, mas esperamos que a instituição pense na proposta do secretário e aceite adiar o vestibular.

Nas escolas particulares, também há expectativa. No Centro Educacional da Lagoa (CEL), os estudantes têm comentado a possibilidade de o concurso ser adiado. - Os alunos estão sofrendo com a síndrome do adiamento. Apesar de a mudança de data afetar psicologicamente os alunos, certamente não acarretará em prejuízo acadêmico-pedagógico - diz o diretor do CEL, George Cardoso.

Fonte: O Globo
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