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Estudantes e professores de jornalismo da UFF protestam contra descaso

      
Amanhã os estudantes do curso de jornalismo da UFF (Universidade Federal Fluminense) vão fazer um ato na reunião do Conselho de Ensino Pesquisa e extensão da universidade. O objetivo é protestar contra a situação das instalações físicas do curso. Na última semana os professores das matérias práticas deixaram de ministrar aulas pela precariedade das instalações e condições de funcionamento dos laboratórios de ensino do IACS.

O departamento de comunicação social divulgou carta explicando a situação "Não tivemos outra alternativa diante do quadro de abandono dos laboratórios de computação, que vêm se deteriorando nos últimos anos, sem qualquer reposição ou atualização". Segundo o documento, há também "dificuldades na utilização dos laboratórios audiovisuais (sobretudo com a indisponibilidade de funcionários de apoio técnico) e escassez de material de consumo para as aulas de fotografia".

A carta do departamento denunciou situação alarmante. "No laboratório de informática número 2, destinado a sala de redação, por exemplo, havia 20 computadores em funcionamento quatro anos atrás. Hoje só restam 3 e, destes, apenas três estavam em condições de uso até o final do semestre passado", diz a carta. Além da precariedade das instalações, o documento acusa a direção do Instituto de Artes e Comunicação Social (IACS) de descaso com o curso de jornalismo. "Somos vítimas da falta de verbas federais e da precariedade derivada do desleixo do administrador universitário de segundo escalão", afirma o texto.

A direção do IACS informou que as providências estão sendo tomadas mas que as soluções são demoradas. Segundo informações da reitoria, já está sendo realizada licitação para compra de novos equipamentos.

De acordo com a aluna Tamara Menezes, há dois anos esta "situação de precariedade nas instalações vêm se arrastando". A aluna afirma que o pouco de equipamento e recursos humanos que existem na parte audiovisual fica inteiramente voltado para a produção de programação da TV universitária de Niterói. "Acabamos ficando com sérias deficiências em quase todas as disciplinas de tv", diz Tamara.

Fonte: Agência PontoEdu
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