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UEM lidera ranking de pesquisa científica, com 359 projetos

      
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) lidera o ranking da pesquisa científica entre as universidades estaduais do Paraná, com 359 projetos em andamento e 169 grupos de pesquisadores cadastrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ). Este ano, a instituição recebeu do órgão 82 bolsas de produtividade em pesquisa (para doutores), enquanto a UEL, por exemplo, foi contemplada com 33.

No ano passado, a Fundação Araucária repassou à UEM R$ 750 mil - o dobro dos recursos recebidos por Londrina (R$ 340 mil) e Ponta Grossa (R$ 290 mil). Do montante de R$ 1 milhão destinados pelo governo federal para a pesquisa científica no Paraná, no ano passado, a UEM levou R$ 413 mil, superando os R$ 317 mil recebidos pela UFPR. A posição privilegiada da universidade de Maringá deve-se à alta qualificação de seu corpo docente. Nada menos que 86% dos 1,2 mil professores são pós-graduados (480 mestres e 555 doutores). Em função desta capacitação, a UEM já oferece 7 cursos de doutorado e 17 de mestrado.

Segundo o pró-reitor de Pesquisa, Gilberto Pavanelli, a instituição sempre preocupou-se com a qualificação. "Dois anos após ser criada, em 1969, a UEM enviou o primeiro docente para doutorado no exterior", conta Pavanelli. A UEM também se destaca pela excelência científica, detendo dois dos quatro Pronex (Programa Nacional de Núcleos de Excelência) conquistados pelo Paraná. O Pronex é uma espécie de certificação de qualidade conferido a pesquisas de ponta. Hoje, a UEM desenvolve experimentos nas áreas de produtos naturais, fitoterápicos, saúde, física e bioquímica equiparados a centros de pesquisa de primeiro mundo.

A Pró-Reitoria de Pesquisa movimenta por ano R$ 15 milhões em recursos para pesquisa e pós-graduação. Entre os núcleos de pesquisa da UEM, um dos que se destaca é o Nupélia (Núcleo de Pesquisa em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura), que tornou-se referência nacional no estudo da biologia dos rios. Atualmente, o Nupélia trabalha no maior projeto sobre impacto ambiental de águas do país, no reservatório de Manso, no Pantanal Matogrossense. Orçada em R$ 3,3 milhões, a pesquisa busca identificar as espécies naturais do ecossistema e encontrar soluções que impeçam seu desaparecimento com a construção da futura hidrelétrica.

Fonte: Gazeta do Povo
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