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Provão à vista

      
Domingo é dia de sacrificar a dobradinha churrasco-cerveja e dedicar parte do tempo às provas. Essa deve ser a providência de quem sonha com o diploma nos próximos meses. O Ministério da Educação os formandos para responder o Exame Nacional de Cursos, mais conhecido como Provão. O teste serve de base para avaliar o desempenho do aluno dentro da universidade. São 383 mil estudantes distribuídos em 24 cursos. A presença do formando na prova é indispensável para obter o diploma.

Os inscritos estão recebendo em casa o Cartão de Identificação do Graduando (CIG). O documento traz informações sobre o local onde cada formando fará o exame e o questionário-pesquisa. O aluno deve preenchê-lo em casa e entregar o documento ao fiscal de prova no domingo. Quem não receber o CIG deve se informar pela própria coordenação do curso ou pelo 0800-616161 e levar o documento de identidade no dia da prova. Há seis anos, quando o Provão foi instituído pela primeira vez, apenas os alunos da Administração, Direito e Engenharia Civil fizeram o teste.

A cada ano, novas áreas foram acrescentadas ao exame. Em 2001, 20 profissões foram avaliadas. Este ano, serão incluídos ainda Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Enfermagem e História. O diretor de Avaliação e Estatística da Educação Superior do Ministério da Educação, Tancredo Maia, prevê para 2003 a inclusão de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Educação Física. ''Apesar de haver mais de 24 cursos funcionando, os que participam do Provão reúnem 90% dos estudantes'', explica. O biólogo Alisson Morais Giani, 26 anos, está nessa maioria. Em 2001, o ex-estudante da Universidade de Brasília (UnB) fez questão de participar do Provão.

Ele não precisava porque havia se formado em 1998, quando o exame ainda não era obrigatório para o seu curso. ''Queria testar o quanto tinha aprendido''. Com 83,7% de aproveitamento no exame, foi o melhor entre 12 mil colegas de profissão. Pela façanha, ele e os outros 19 alunos que conquistaram as melhores notas ganharam do MEC bolsa de mestrado ou pós-graduação. ''Especialização é uma das minhas metas, mas, por enquanto, não posso largar o emprego no Metrô que paga muito melhor'', lamenta. Quem aceita fazer o mestrado recebe bolsa de R$ 700, mas não pode ter um emprego. A adesão dos alunos cresce a cada ano. A campanha contra o Provão se concentra em poucos cursos. Em 1996, 11,7% do total de estudantes inscritos boicotaram o exame. No último Provão, o índice não chegou a 2%.

SOS AVALIADOS NO PROVÇO 2002
Administração
Agronomia
Arquitetura e Urbanismo
Biologia
Ciências Contábeis
Comunicação Social
Direito
Economia
Enfermagem
EngenhariaCivil
Engenharia Elétrica
Engenharia Mecânica
Engenharia Química
Farmácia
Física
História
Letras
Matemática
Medicina
Medicina Veterinária
Odontologia
Pedagogia
Psicologia
Química

EXCELÒNCIA
Os cursos de Odontologia e Direito da Universidade de Brasília são considerados cinco estrelas. Eles receberam menção A pela quinta vez em 2001

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Fonte: Correio Braziliense
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