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Enfim, Pedagogia

      
Após cinco edições do Exame Nacional de Cursos, O Provão, chegou a vez da Pedagogia. Para grande parte dos educadores e estudantes da área, a inclusão é tardia. "Pedagogia teria de ser o primeiro curso a ser avaliado. Houve uma ênfase muito grande nas ciências exatas, e a Educação ficou em segundo plano", diz Cátia Daniela Santos Santana, formanda em Pedagogia pela UFRJ, que fará o Provão, no domingo.

Sua carreira já estréia como a segunda maior do exame, com 585 cursos cadastrados. Perde apenas para Administração, com 637. Em número de formandos, está em terceiro: são 48.584 estudantes inscritos. ? uma operação de guerra: são 552 municípios e 1.158 locais repletos de graduandos.

Ano que vem, será a vez de História e Geografia

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), garante que a inclusão da Pedagogia apenas na sexta edição do Provão não destoa dos objetivos da avaliação. "O exame inclui novas áreas a cada ano. Cursos de Licenciatura vêm sendo incluídos desde 1998, como Letras e Matemática. Depois, foi a vez de Física, Química e Biologia e, agora, Pedagogia", explica Tancredo Maia Filho, diretor de avaliação do Inep. De acordo com o Instituto, o ministro da Educação, Paulo Renato Souza, deve incluir os cursos de História e Geografia na avaliação de 2002, completando o quadro das licenciaturas.

Prova deste domingo terá 278 mil estudantes

Mesmo assim, os critérios são questionados. "A formação dos professores é um desastre. O Governo federal, em vez de fazer apenas os Programas Curriculares Nacionais, deveria ter implantado o Provão para a Pedagogia desde o primeiro ano de avaliação. A visão do MEC está equivocada", diz Regina de Assis, presidente da Empresa Municipal de Multimeios (MultiRio). Os 278 mil graduandos que farão o exame neste domingo encontrarão uma prova diferente das outras. Agora o ponto de partida será a média geral dos cursos avaliados. Antes, os 12% melhores cursos recebiam A, os 12% piores obtinham E, e os demais se dividiam entre B, C e D, também com percentuais fixos, independendo das notas alcançadas.

Confira como serão as provas Administração: 40 questões de múltipla escolha e duas discursivas;
Agronomia e Biologia: 40 questões de múltipla escolha e cinco discursivas;
Direito: 40 questões de múltipla escolha e cinco discursivas, das quais o aluno deverá escolher duas;
Economia: cinco questões de múltipla escolha e quatro discursivas, uma para cada área do conteúdo;
Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Química e Jornalismo: 10 questões discursivas;
Engenharia Elétrica: 10 questões divididas em duas partes: sete comuns a todos os alunos e três que serão escolhidas entre 15, abordando a formação específica;
Farmácia: 40 questões de múltipla escolha e quatro discursivas;
Física, Matemática e Odontologia: 40 questões de múltipla escolha e cinco discursivas;
Letras: 40 questões de múltipla escolha e três discursivas;
Medicina: 40 questões de múltipla escola e 10 discursivas;
Veterinária: 40 questões de múltipla escolha e seis discursivas, das quais o graduando escolherá cinco;
Pedagogia: 40 questões de múltipla escolha e duas discursivas (a escolher entre oito).
Psicologia : 40 questões de múltipla escolha e três discursivas;
Química: 40 questões de múltipla escolha e cinco discursivas distintas para Bacharelado, Licenciatura e área Tecnológica.

Fonte: O Dia
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