text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Reitor leva à Promotoria processo sobre o FAT da UEL

      
O reitor interino da UEL (Universidade Estadual de Londrina) Pedro Gordan e a Comissão Processante que apurou irregularidades com verbas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) da UEL levarão amanhã, dia 07 de junho, sexta-feira, às 11 horas, ao Ministério Público, o relatório final que aponta as responsabilidades apuradas.

Como estão envolvidos ex-servidores, que não mais pertencem aos quadros da UEL, caberá à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público definir a eventual existência de ilícitos penais, bem como a prática de improbidade administrativa. Parte desse material já foi levada anteriormente ao MP, tão logo a Auditoria da UEL levantou as primeiras provas.

Todos esses procedimentos tiveram início a partir dos acontecimentos de agosto do ano passado, quando o Conselho Universitário decidiu afastar o então reitor Jackson Proença Testa. Na ocasião, o Conselho instituiu nove comissões processantes, para realizar sindicâncias. No que respeita ao FAT, os conselheiros apenas recomendaram uma "auditoria contábil e administrativa completa", justificando assim: "O ponto de partida para a investigação foram as várias denúncias de membros da comunidade universitária em relação ao uso indevido de verbas provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador na contratação de recursos humanos, privilegiando um número restrito de pessoas, nem sempre as mais mais habilitadas para o exercício das atividades."

A UEL preocupou-se, na ocasião, em ressalvar que o convênio com o FAT era importante para a instituição, mesmo com a evidências das irregularidades. Em 30 de janeiro, a Assessoria de Relações Universitárias divulgou matéria nesse sentido, procurando evitar juízos generalizantes: "O envio ao Ministério Público do relatório da Auditoria Interna apontando indícios de irregularidades na aplicação de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador ? medida adotada pelo reitor Pedro Gordan, que também constituiu comissão de sindicância para aprofundar os levantamentos a respeito ? trouxe novas preocupações à UEL. É que os projetos desenvolvidos com os recursos do Fundo são considerados de grande importância para os programas de qualificação profissional, e as irregularidades, se comprovadas, podem repercutir nos convênios existentes entre a UEL, a Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho e o Ministério do Trabalho e Emprego".


ÚLTIMA COMISSÃO ? Esta semana, finalmente, a última das nove comissões de sindicância criadas pelo Conselho Universitário concluiu seus trabalhos. Presidida pelo professor Jairo Queiroz Pacheco, a comissão apurou irregularidades em processos licitários e concluiu pela responsabilização de cerca de vinte servidores. Vários deles, entretanto, já deixaram a Universidade, e deverão ter suas condutas avaliadas pelo Ministério Público. O relatório final seria apreciado ontem pelo Conselho Universitário, mas os conselheiros preferiram adiar a discussão para a próxima quarta-feira. Isso significa que, se confirmar-se a recomendação da comissão processante, caberá à nova reitora, Lygia Pupatto, levar os documentos ao Ministério Público.

Fonte: UEL
  • Fonte:

Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.