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No domingo, 26 mil alunos fazem o Provão no Paraná

      
Mais de 26 mil estudantes do Paraná fazem no próximo domingo, dia 9 de junho, as provas do Exame Nacional de Cursos, o Provão - aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC). A avaliação, obrigatória para a obtenção do diploma de graduação, vai abranger neste ano quatro novos cursos: Arquitetura e Urbanismo, História, Ciências Contábeis e Enfermagem.

No total, serão avaliados estudantes de 24 áreas do conhecimento, o que representa 90% de todos os concluintes de Educação Superior no país. O exame, que está em sua sétima edição, integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - que inclui também o Censo da Educação Superior, a Avaliação das Condições de Ensino e a Avaliação Institucional. Segundo informações do Inep, a segunda etapa de avaliação começa em julho no Paraná, com a presença de comissões especiais nas instituições de ensino superior.

Esses grupos, formados por especialistas em cada uma das áreas avaliadas, vão investigar a qualidade dos cursos ofertados no estado, com base na infra-estrutura disponível, corpo docente e currículo.

Participação

Curitiba é a cidade com maior número de universitários inscritos no Paraná, 10.500, seguida por Londrina, com 3.100 alunos. Neste ano, 26.140 alunos confirmaram a participação. Número superior ao do ano passado, quando 19.972 pessoas fizeram o exame. O teste é obrigatório e informa ao aluno, por meio de um boletim individual e sigiloso, o seu desempenho nas questões. O boletim, que será enviado em dezembro para a residência do acadêmico, traz ainda o resultado individual comparado com a média nacional, da região, do estado e da instituição.

Boicote

A União Paranãnse de Estudantes (UPE) promete boicotar o Provão no Paraná. A proposta, explica o presidente da entidade, Madson de Oliveira, é que os universitários compareçam aos locais de prova - já que o exame é obrigatório para a obtenção do diploma -, mas apenas assinem a prova, entregando as questões em branco. Madson diz que os centros acadêmicos das universidades paranãnses estão trabalhando esta campanha há duas semanas. "Hoje, em reunião executiva da UPE, vamos definir outras estratégias", diz.

Madson afirma que os estudantes não são contra a prova, mas acreditam que este tipo de avaliação não reflete a realidade. A proposta da entidade é que seja feita uma avaliação periódica dos cursos, com a análise da infra-estrutura, corpo docente e funcionários. O teste com os alunos, acredita ele, seria apenas um complemento. A entidade, adianta o presidente, sustenta ainda que o sistema atual não mostra a realidade da educação superior.

Fonte: Gazeta do Povo
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