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Professores e funcionários das estaduais paulistas podem parar

      
Professores e funcionários das universidades estaduais paulistas podem entrar em greve na próxima semana. A decisão foi tomada durante reunião do Fórum das Seis, entidade que congrega as representações sindicais de professores e funcionários da USp (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Os participantes do Fórum definiram que cada sindicato poderá decidir pela greve ou não. Na próxima segunda-feira, dia 10 de junho, o Fórum se reúne com o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) para uma nova rodada de negociações.

A Adusp (Associação de Docentes da USP) realizou sua assembléia ontem, dia 06 de junho. No encontro, os professores da universidade se declararam contra uma possível greve. Já o Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) aprovou paralisação da categoria a partir de segunda-feira.

Na última quinta-feira, aconteceu a assembléia da Associação de Docentes da UNESP (Adunesp). A entidade decidiu pela greve na universidade, que têm 15 campi no interior do estado. Os professores do campus de Marília já pararam e os dos campi de Bauru e Assis devem aderir à paralisação no dia 10. Segundo informações da Adunesp, outros campi esperam o resultado da reunião entre o Fórum e o Cruesp.

Na reunião de ontem do Fórum, as entidades refutaram a proposta do Cruesp de 8% de reajuste salarial e nova negociação em novembro. O Fórum reivindica 16% de reajuste, sendo 9,68% agora e o resto no início do segundo semestre de 2002.

No encontro ficou decidido também a realização de ato em frente à Reitoria da Unesp no dia 13, às 15 horas. Segundo carta do fórum divulgada à imprensa a manifestação será "em defesa da alocação na LDO -- Lei de Diretrizes Orçamentárias -- de maiores recursos para as universidades públicas do Estado de S. Paulo (USP, Unesp e Unicamp) e do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza".

Após o ato, professores e funcionários seguirão em de passeata até a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, onde haverá manifestação conjunta com outras entidades do funcionalismo estadual. Os manifestantes também estudam a realização de um seminário na Assembléia, nos dias 17 e 18 de junho, para tratar da expansão de vagas no ensino superior público no Estado.

Fonte: Agência PontoEdu
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