text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Universidades seguem exemplo do MEC e premiam melhores notas no Provão

      
Desde 2000, os alunos com as melhores notas no Exame Nacional de Cursos (Provão) recebem bolsas de estudo para mestrado e doutorado do ministério da Educação como premiação pelo seus desempenhos. Ao total, são 30 bolsas. As instituições particulares de ensino seguem o exemplo do MEC e oferecem bolsas de estudo, descontos na mensalidade, ou outros prêmios em dinheiro para seus alunos com o melhor desempenho no exame.

Em Santa Catarina, a Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) ofereceu bolsas de pós-graduação e mensalidades gratuitas para os 36 alunos mais bem classificados no Provão 2001. Os prêmios estão sendo entregues aos melhores colocados do ano passado nesta semana.

Em Brasília, o Centro Universitário de Brasília (Uniceub) oferece, pela segunda vez consecutiva, recompensa em dinheiro para os alunos que tirarem entre 60 e 90 pontos na prova. A recompensa máxima é para os alunos que tirarem nota superior a 90 e equivale a quatro mensalidades grátis. O curioso é que a média da maioria dos cursos avaliados no Provão dificilmente passam de 70 pontos.

A Ulbra (Universidade Luterana do Brasil), uma das maiores universidades privadas do País, revisou com os alunos os conteúdos das provas das três últimas edições do Provão, além de realizar reuniões para motivar seus formandos. A coordenadora do Núcleo de Suporte à Avaliação Externa (Nã) da ULBRA, Delzimar Costa Lima, disse que não houve necessidade de estimular os alunos a participar da avaliação, mas a universidade estuda seguir o exemplo do MEC e, em 2003, premiar as melhores notas no Provão.

Uma universidade privada destoa da lógica de premiar os melhores no Provão com dinheiro. É a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Seu pró-reitor de Ensino e Pesquisa, Pedro Gomes, defende a avaliação, mas afirma que premiar os alunos por causa da nota contraria a filosofia da instituição. "Ou acreditamos no ensino que oferecemos ou fechamos", afirmou. Segundo o professor Gomes, a universidade gasta R$4 milhões anuais na titulação de seus docentes, razão pela qual dispensa cursinhos preparatórios e revisão de última hora.

Fonte: Agência PontoEdu
  • Fonte:

Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.