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Alunos sentem pressão por uma boa nota

      
Apesar de não concordar completamente com o formato do Provão, Fernando Feitosa, de 25 anos, do curso de direito da PUC-SP, estava decidido ontem a garantir uma boa nota no exame. Chegou à Escola Estadual Rodrigues Alves, na Avenida Paulista, com uma mala de viagem carregada com cerca de dez livros jurídicos para consultas durante o teste. "Minha vontade era entrar, assinar e entregar a prova em branco. Mas como tem essa possibilidade de eles incluíurem as notas do Provão no seu histórico escolar, vou levar a sério."

Paulo Renato afirmou ontem que a idéia de a nota no Provão constar no histórico escolar dos formandos não deverá ser implantada este ano, pois depende de aprovação do Congresso, mas ressaltou que algumas empresas já solicitam esse dado em testes de admissão de recém-formados. O medo de que um eventual mau resultado prejudicasse suas chances de emprego também levou Fernanda Regina Duarte, de 21 anos, aluna de direito da Universidade Paulista (Unip) a se empenhar.

"Algumas empresas multinacionais às vezes pedem a sua nota e a nota que a escola tirou no Provão", disse ela. Para Felipe Maia, da UNE, algumas universidades privadas usam "táticas de coação" para forçar o aluno a ir bem na avaliação, prometendo pontos extras nas notas e sorteando prêmios entre os melhores.

Fonte: O Estado de São Paulo
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