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Uefs ainda não esclareceu intoxicação de estudantes

      
Passados quase seis meses da intoxicação com alimentos de estudantes, nem a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), nem a 2ª Diretoria Regional de Saúde (Dires) esclareceram qual o foco da contaminação, cobrou, recentemente, o vereador Messias Gonzaga (PCdoB). "O Restaurante Sabor, acusado no episódio, foi obrigado a fechar as portas, deixando a proprietária, Maria Luiza Andrade Carvalho, numa situação muito difícil, mas não há prova da culpa", salientou. O vereador revelou que alguns exames feitos pelo Lacen, na época do episódio, não apontaram nenhum problema, enquanto outros nunca tiveram os resultados divulgados.

"Apenas disseram que a causa foi salmonella, mas não informaram qual o foco de contaminação e há uma forte suspeita de que teria sido a água consumida na universidade", afirmou. A intoxicação aconteceu no início de janeiro e vitimou 80 universitários. Na época, a direção da Uefs atribuiu o problema a uma salada de maionese servida pelo Restaurante Sabor.

O vereador Messias Gonzaga, entretanto, revelara que tinha informações sobre a contaminação da água da universidade por coliformes fecais, em razão de carência de higiene no sistema de abastecimento no campus. Pouco tempo depois de ocorrido o problema, a dona do Restaurante Sabor, Maria Luiza Andrade Carvalho, apresentou para A TARDE cópia de um exame do Lacen (Laboratório Central, do governo do Estado), com os resultados de análises em 12 ovos coletados no estabelecimento comercial, por ocasião da ocorrência da intoxicação. De acordo com os resultados, não havia qualquer anormalidade com o alimento, nem presença de salmonella.

"No mesmo dia, coletaram amostras de carne crua, arroz, feijão e da água. Oito dias depois, voltaram a coletar amostras da água, mas nunca divulgaram os resultados, a não ser das análises feitas nos ovos", salientou. Maria Luiza Carvalho garantiu que, desde julho de 2001, que vinha solicitando, oficialmente, da administração da Uefs, providências para melhorar a higiene no restaurante. "Pedimos revisão de todas torneiras e conexões, análise físico-química e microbiológica da água, instalação de uma cuba para lavagem de hortifrutigranjeiros, construção de uma saída para o lixo e recuperação de azulejos e pisos quebrados", revelou.

Fonte: A Tarde
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