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Panfletagem e boicote de alunos marcam a sétima edição do Provão

      
Contrários à realização do Exame Nacional de Cursos (Provão), universitários de São Paulo distribuíram panfletos e entregaram provas em branco ontem para demonstrar oposição. Para a sétima edição do exame se inscreveram cerca de 400 mil alunos de 24 áreas de cursos superiores, em todo o país. Em relação a 1996, quando foi realizada a primeira avaliação, a quantidade de estudantes inscritos aumentou 600%, segundo o MEC. O exame começou às 13h e ter-minou às 17h. Os universitários que optaram pelo boicote tiveram de esperar 90 minutos após o início da prova para sair da sala. Assinar a lista de presença é condição obrigatória para obter o diploma.

Em São Paulo, muitos alunos estavam de braços cruzados nas salas e, para justificar a atitude, fixaram adesivo com a palavra boicote na prova. Alunos de arquitetura e urbanismo, das engenharias civil, elétrica, química e mecânica, de farmácia, matemática e medicina veterinária puderam usar calculadora científica.

Para os de direito foi permitida a consulta da legislação e de literatura impressa, desde que o material não fosse emprestado durante a prova. Também foi exigido que o aluno levasse o questionário socioeconômico já preenchido. "Os testes exigiram muitos conhecimentos teóricos. Deveriam ter aplicado mais práticos para analisar as aptidões específicas de cada universitário", ressaltou Karen Haitomy, de 19 anos, aluna de pedagogia na Universidade São Judas Tadeu, na Mooca, Zona Leste.

Fonte: Diário de São Paulo
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