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Greve dos professores das estaduais baianas completa 20 dias

      
A greve dos professores das universidades estaduais da Bahia (UNEB), de Santa Cruz (UESC), de Feira de Santana (UEFS) de do Sul da Bahia (UESB), completou 20 dias nesta terça-feira, dia 11 de junho. De acordo com informações da Associação de Docentes da UESC, cerca de três mil docentes aderiram à paralisação.

Os docentes reivindicam a recuperação de 114% de perda salarial acumulada, a incorporação das gratificações, aumento de verbas para as universidades estaduais baianas e a implantação da nova proposta de estatuto para o magistério, solicitação feita ainda em agosto de 2001.

Segundo nota divulgada pela Associação de Docentes da UNEB, já na época em que a solicitação foi feita, iniciou-se uma discussão sobre o novo estatuto. "O governo do estado interrompeu as negociações sem dar maiores satisfações aos docentes, impedindo, deste modo, a definição de um acordo", diz a nota.

Ontem, docentes e representantes do governo se reuniram para debater a pauta de reivindicações. Segundo a diretora da Associação de Docentes da UNEB, Marluce de Oliveira, não houve nenhum avanço nas negociações. "Apresentamos nova proposta de progressão no plano de carreira mas os representantes do governo alegaram que não poderiam dar nenhum parecer por não terem feito os cálculos sobre o impacto no orçamento", disse Marluce.

Os professores também apresentaram uma proposta de aumento da Gratificação de Estímulo à Atividade de Docência de 30% para 50%. No encontro ficou decidido o agendamento de uma nova reunião para que o governo possa dar o parecer sobre as solicitações apresentadas pelos docentes.

Para pressionar o governo, professores e alunos das estaduais realizaram hoje um ato na governadoria. Segundo informações da assessoria de imprensa do Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes-SN), a polícia cercou o lugar mas os professores conseguiram a entrada de uma comissão para discutir com o governo. No entanto, o representante que recebeu a comissão "nada sabia nem queria saber", segundo o Andes-SN.

No momento, as universidades realizam assembléias para avaliar a situação e propor novas ações para o movimento grevista.

Fonte: Agência PontoEdu
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