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Unicamp terá paralisações de um dia

      
Os funcionários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) decidiram ontem que não vão aderir a uma greve por tempo indeterminado. A assembléia da categoria optou por realizar paralisações pontuais, com duração de apenas um dia. Uma greve por tempo indeterminado pode ocorrer no segundo semestre, segundo o coordenador do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), João Raimundo Mendonça de Souza. Na noite de ontem, uma assembléia de professores da USP (Universidade de São Paulo) optou por não realizar uma greve por enquanto. Os funcionários da USP querem manter greve deflagrada anteontem.

Os professores da Unicamp deverão se reunir hoje para definir se mantêm ou não a decisão de não entrar em greve. Os sindicatos das duas categorias afirmam que a Unicamp não está preparada para deflagrar greve agora, mas mantêm as reivindicações. Os servidores das três universidades estaduais de São Paulo (USP, Unicamp e Unesp) estão em negociação com os respectivos reitores para obter, principalmente, reajuste salarial de 16%, contratação de novos professores e funcionários e ampliação das vagas de ensino. O Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) ofereceu 8% de aumento às categorias, afirmando que esse seria o limite.

A Unesp (Universidade Estadual Paulista) realizaria assembléias na noite de ontem para deliberar sobre a questão. A maioria dos 15 campi da instituição não apoiou o movimento nas últimas assembléias. Anteontem, segundo os sindicatos, que são filiados à CUT (Central énica dos Trabalhadores), a paralisação teria atingido cerca de 40% da Unicamp, 50% do campus São Paulo da USP e quatro campi da Unesp. Ontem, apenas a Unicamp havia suspendido a paralisação. Amanhã, trabalhadores das três universidades devem realizar protesto em frente à reitoria da Unesp, em São Paulo, onde funciona o conselho de reitores. O governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), disse ontem que a greve dos funcionários nas universidades públicas estaduais "só existe na imprensa".

"A greve é mínima, menos de 3% de greve", afirmou Alckmin, durante a inauguração da nova fábrica da Embrãr, em Gavião Peixoto (313 km de São Paulo). Segundo ele, o Estado não pode interferir nas negociações porque as universidades têm autonomia.

Fonte: Folha de São Paulo
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