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Professores universitários se reúnem hoje com secretária

      
Parados há quase 20 dias, os professores das quatro universidades estaduais - Uneb, Uefs, Uesc e Uesb - aguardam a rodada de negociação, que deverá ocorrer amanhã, às 8h30, com a secretária da Educação, Ana Lúcia Castelo Branco, e representantes do governo estadual para discutir a proposta do Plano de Cargos e Carreira apresentada pela categoria. Munido de apitos e panelas, um grupo de professores fez uma manifestação pacífica, durante a manhã de ontem, na área do estacionamento da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), demonstrando insatisfação com a posição do governo.

Segundo Clóvis Frederico, da Associação de Docentes da Uneb, o governo não apresentou nenhum avanço nas negociações, principalmente na avaliação do Plano de Cargos e Carreira da categoria. Apresentada com alterações salariais na nova classificação da função de professor (auxiliar, assistente, adjunto, titular e pleno), a proposta do novo Plano de Cargos e Carreira não agradou os docentes, que desejam uma diferenciação salarial de 25% de uma categoria para outra.

"A proposta do governo é que haja uma diferenciação de 13%, 15%, 20% e 25% entre as categorias. Isso nós não aceitamos", adiantou Frederico, garantindo que o assunto será discutido na reunião de amanhã com a secretária da Educação. Segundo avaliação das associações de docentes das quatro universidades estaduais, a adesão é de praticamente 100% dos professores da Uneb, Uesc, Uefs e Uebs. De acordo com o representante da Uesb, Fábio Félix, mais de 35 mil estudantes estão sem aula por causa da greve dos cerca de três mil professores das instituições estaduais de ensino superior.

"Estamos mobilizados e os professores da Uesb estão também protestando contra a nomeação de Abel Rebouças, que ficou em segundo lugar na eleição para reitor da Uesb", explicou Félix, referindo-se à publicação, na edição de ontem do Diário Oficial do Estado, da escolha do novo reitor da instituição. De acordo com Clóvis Frederico, o salário do professor das universidades estaduais está defasado em 114%, referente às perdas do período de 1990 até abril de 2002. "Não estamos pedindo aumento salarial. Estamos lutando pelo nosso Plano de Carreira", adiantou ele, dizendo que o governo tem até o dia 21 para enviar o documento para apreciação dos parlamentares na Assembléia Legislativa.

Fonte: Correio da Bahia
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