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Verba de custeio só dá para setembro

      
O reitor da Universidade Federal da Paraíba, Jader Nunes, disse ontem que a qualidade acadêmica da instituição pode sofrer grandes prejuízos, casos os recursos no valor de R$ 6,4 milhões oriundos de uma emenda de bancada não sejam liberados pelo Governo Federal. Ele afirmou que vai procurar todos os parlamentares da Paraíba, no Congresso Nacional, para que façam uma pressão política que force a liberação da emenda. Atualmente, a UFPB tem uma dívida de cerca de R$ 3 milhões em função de gastos com água, energia e telefone e sofre com a falta de professores, infra-estrutura precária e acervo bibliográfico defasado.

Os problemas da Universidade aumentaram no últimos meses devido a um decreto do presidente Fernando Henrique Cardoso, publicado no Diário Oficial da União do dia 15 de maio passado, que estipula um contigenciamento de recursos (passagens e diárias) da ordem de 25%, para o conjunto dos órgãos públicos federais. Além disso, para os demais itens de custeio, o contigenciamento foi de 14%. Na prática, isso significa que todos os órgãos federais - e as universidades federais não foram poupadas - terão que gastar, este ano, menos do que gastaram no ano passado.

"Isso está, de fato, inviabilizando o funcionamento das universidades. O dinheiro de custeio da UFPB já se acabou e, em setembro, o restinho se acaba. Estamos realmente numa situação aflitiva em relação a custeio e à manutenção das atividades acadêmicas. Caso os recursos da emenda de bancada não seja liberados, vamos ficar sem condições de desenvolver um trabalho de qualidade", desabafou.

Fonte: Correio da Paraíba - João Pessoa

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