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Prefeitura e Telefônica dão bolsas de pesquisa a estudantes universitários

      
A prefeitura de São Paulo lança hoje o projeto Bolsa-empreendedor, ação do Programa Oportunidade Solidária. Durante seis meses, uma parceria com a Fundação Telefônica vai garantir a 200 estudantes universitários uma bolsa mensal no valor de R$ 300. O objetivo é estimular os alunos a desenvolver pesquisas inovadoras nas áreas tecnológicas que possam ajudar os programas de desenvolvimento social da prefeitura.

O programa Oportunidade Solidária funciona como incubador de cooperativas de trabalho e de pequenos negócios. "O aperfeiçoamento do programa e o sucesso dos empreendimentos populares criados dependem de novas soluções tecnológicas", explica Henrique Parra, consultor do projeto Bolsa-empreendedor. São soluções encontradas nas diversas ações, desde a atualização mais eficiente dos dados on-line até a gerência de pequenas cooperativas ou ainda a criação de máquinas para a reciclagem de latinhas, por exemplo, que podem sair dos projetos tocados pelos universitários do Bolsa-empreendedor.

Para participar do bolsa-empreendedor os alunos precisam ter vínculo com alguma universidade e residir a pelo menos dois anos no município de São Paulo. Não há limite de idade nem de área de atuação. As inscrições só podem ser feitas pela internet (no site www.bolsãmpreendedor@prefeitura.sp.gov.br) até 18 de outubro. A seleção será feita em duas fases. Na primeira o aluno deve apresentar um pré-projeto a ser investigado e orientado por um professor da instituição onde estuda.

No prazo de um mês, será feita a seleção das propostas classificadas. Na segunda fase os alunos selecionados devem apresentar um projeto mais elaborado e ainda uma série de documentos que comprovem, por exemplo, o vínculo com a universidade. "Resolvemos fazer desta forma para simplificar o processo; como nestes casos já sabemos que o número de inscritos é sempre maior do que o número de bolsas oferecidas, não será necessário, de imediato, o aluno providenciar um grande número de documentos para garantir a bolsa", esclarece Parra.

Qualquer aluno de curso de graduação pode fazer parte da seleção. Os projetos no entanto, devem estar entre as seguintes linhas de pesquisas escolhidas: produtos tecnológicos, administração pública municipal, programas sociais municipais, micro crédito, terceiro setor, setor privado com prioridade para empreendimentos populares auto-gestáveis, como cooperativas de produção e micro empresas. Durante os seis meses de pesquisas, os alunos passam por uma atividade de acompanhamento para garantir o sucesso do projeto. "? uma oportunidade única de aproximar de alguma forma o setor de ciência e tecnologia com as políticas públicas de desenvolvimento e inclusão social", diz Parra.

Fonte: Gazeta Mercantil


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