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Diploma de jornalismo em foco

      
A poucos meses de completar um ano, a decisão da juíza federal substituta Carla Abrantosky Rister de suspender a exigência do diploma para a prática do jornalismo será discutida hoje, por profissionais, alunos e o público em geral, em uma mesa-redonda, às 19h30, no Cine Teatro do Centro Universitário Vila Velha (UVV), em Bela Vista. Será a primeira vez que a questão será debatida no Estado, no âmbito acadêmico.

O fim da necessidade do diploma levou o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da instituição a realizar o evento, que conta com o apoio da coordenação do Curso de Jornalismo da instituição e do Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo.

"Essa é a primeira de uma série de palestras com temáticas pertinentes a várias disciplinas", explica o estudante de jornalismo e diretor de comunicação do DCE, Régis Massucatti Salles. "Nós contamos com a participação de estudantes de outras instituições nessa discussão", complementa.

Participarão da mesa o presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e diretor da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Fred Ghedini; a presidente do Sindicato dos Jornalistas do Espírito Santo, Mônica Santos; o diretor regional da Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Enecos), Flávio Gonçalves; a coordenadora do curso de Comunicação Social da UVV, Tatiana Gianordoli; e a professora do Curso de Jornalismo Suzana Tatagiba.

"A nossa intenção é incrementar o assunto, porque a discussão está morna. ? importante mostrar a importância da formação do jornalista, porque ninguém nasce pronto para exercê-lo", analisa Tatiana.

Desde a aprovação do registro precário, feito sob tutela antecipada, expedida pela juíza em outubro passado, o Ministério do Trabalho tem aceitado a requisição do registro. "Até o mês passado, 17 registros foram expedidos para pessoas sem diploma. O sindicato não realiza a mediação desse processo", explica Mônica Santos.

Estudante de jornalismo da Ufes e diretor-regional da Enecos, Flávio Gonçalves explica que a entidade tem uma posição diferente diante do tema. "A Enecos defende o diploma em Comunicação Social, pois a formação deve ser maior que as habilitações. O profissional tem que ter uma visão do papel da comunicação na sociedade, não somente a técnica", explica.

Fonte: A Gazeta - Vitória
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