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Professores e servidores da Uespi ameaçam entrar em greve

      
Professores e servidores do Campus da UESPI em Parnaíba reuniram-se em assembléia na última quarta-feira, para que o corpo docente de uma maneira geral se colocasse em prol do fornecimento de melhorias e de condições de trabalho em Parnaíba. Um dos principais motivos desta auto convocação foi por não ter sido feito a implantação de nomes de professores concursados a partir do mês de março na folha de pagamento, que chegou a ser incluído, e, imediatamente retirado no mês de junho.

Mediante estas e outras, é que os professores resolveram reivindicar que sejam corrigidas imediatamente as distorções. O tempo desta problemática já extrapola o limite da tolerância. Tendo sido repassado para o conhecimento da reitoria, a direção local teve a promessa recente de que os pagamentos ocorreriam até o dia julho, o que não aconteceu.

Para agravar a celeuma das discussões, o coordenador dos cursos especiais de férias, Pe. Pinto, entregou seu pedido de exoneração do cargo, também na última quarta-feira, por não ter tido suas reivindicações atendidas para o bom andamento dos cursos. O próprio diretor do campus da UESPI em Parnaíba, professor Valdir Edson, chegou a se manifestar para algumas pessoas que pediria sua exoneração do cargo, mas foi convencido por colegas da Universidade para continuar e assim aguardar o prazo pedido pela reitoria de quarenta e oito horas, afim de que os problemas pudessem ser resolvidos, porém, houve essa decisão, mas que esta só está suspensa enquanto a reitoria resolve ou não os problemas existentes na UESPI. Caso não ocorra um resultado positivo, Valdir Edson deixará a direção.

Após ouvir do diretor o posicionamento da reitoria, os professores e servidores resolveram continuar com as aulas, e oficializaram isso em documento contendo a assinatura de todos os presentes, inclusive a assinatura de parte dos alunos que aguardavam apreensivos o término da assembléia.

A situação em Parnaíba, vem se agravando à medida que não são dadas as condições necessárias para funcionar a contento, mas Valdir Edson afirma que "até que nossas reivindicações administrativas tem sido atendidas, até com presteza, mas é que essa conjuntura é muito antiga e tudo se prende na sua grande parte a problemas financeiros, você não tem condições financeiras de administrar a instituição, de dar um suporte decente para os alunos lhe causa esse tipo de reação, portanto, eu acredito que nessa semana as coisas estejam pelo menos funcionais, pelo menos em melhor condição", foi o que ressaltou o diretor da UESPI em Parnaíba.

Para o professor José Maia, do curso de agronomia; "o governo do estado não está cumprindo com a promessa de melhorar o salário dos professores, como também de colocar em prática o plano de reestruturação dos cargos, o que está acontecendo é que o pessoal da UESPI, era os primeiros a serem pagos, e hoje só recebemos no final da quinzena" enfatizou. Para os alunos do curso especial de férias de pedagogia, a situação é grave. Eva Dias disse: "diziam que iriam organizar a universidade, e o que estamos vendo é que poderemos ter greve, o que não vimos acontecer aqui em Parnaíba, depois da implantação dos cursos", finalizou a universitária.

Fonte: Jornal do Meio Norte - Teresina


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