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Ministério Público apura denúncia contra 29 professores da Unesp

      
O Ministério Público está apurando denúncias de irregularidades praticadas por 29 professores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) do Campus de Guaratinguetá, Marília, Assis, Presidente Prudente, Botucatu e Araçatuba. Os professores seriam contratados em regime de dedicação exclusiva à universidade, mas estariam exercendo atividades remuneradas em instituições particulares.

As denúncias foram protocoladas na Procuradoria Geral de Justiça pelo professor Márcio Antônio Augelli. O processo está com o chefe de gabinete da procuradoria, Rodrigo Pinho, que está analisando as denúncias e deve encaminhá-las hoje à promotoria que investigará o caso.

Segundo as denúncias, professores contratados em Regime de Dedicação Integral à Docência e Pesquisa (RDIDP), que recebem adicional de 36,33% no salário para se dedicar integralmente à universidade, estariam trabalhando em faculdades privadas. O salário médio de um professor neste regime é de R$ 5.800.

Nos documentos enviados ao MP, está anexado até um guia acadêmico de uma faculdade particular da região de São José do Rio Preto, com o nome de professores da Unesp como titulares de matérias e até coordenadores de cursos.

As irregularidades também estariam acontecendo no campus de São José dos Campos. Profissionais de odontologia, contratados no regime de exclusividade à Unesp, seriam donos de consultórios odontológicos na cidade, o que é considerado ilegal.

A assessoria da Unesp informou que as denúncias estão sendo apuradas pela Comissão Permanente de Avaliação (CPA) e que enviou ontem ofício à Corregedoria Geral da Administração com as medidas que estão sendo tomadas.

Em ofício, o reitor José Carlos Souza Trindade diz que as denúncias estão sendo investigadas e que os professores negaram o vínculo com universidades privadas. O reitor diz que a CPA determinou a interrupção das atividades dos professores denunciados até que a investigação seja concluída.

Na semana passada, a reitoria da Unesp foi invadida e depredada por estudantes durante uma manifestação contra o plano de expansão da universidade.

Fonte: Diário de S. Paulo


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