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Representação da Umes faz acusações ao SET e prefeitura

      
O presidente da União Municipal de Estudantes Secundaristas (Umes), Raimundo Penha, deu entrada ontem junto à Promotoria de Defesa dos Cidadãos a uma representação na qual solicita a revisão do acordo assinado entre a Prefeitura de São Luís e o Sindicato das Empresas de Transportes (SET) que autorizou o sindicato a gerenciar o sistema de produção de cartões e venda dos passes escolares. O presidente da entidade dará hoje uma entrevista coletiva às 10h, quando tornará públicas as denúncias contra prefeitura e o SET.

Segundo Raimundo Penha, a prefeitura é culpada pelos transtornos causados aos estudantes com o atraso na entrega dos cartões, uma vez que por lei a emissão dos cartões é de competência da prefeitura. "Já estamos em agosto e até o momento uma série de estudantes ainda não receberam o documento que dá direito à compra dos passes escolares", observou Raimundo Penha.

A Umes também vai responsabilizar a prefeitura pelos problemas causados aos alunos quando vão comprar passes pela primeira vez. De acordo com ele, no SET há uma sala batizada com o número 17, onde os estudantes são submetidos a uma espécie de sabatina, que acaba adiando a compra dos passes. "Eles alegam a necessidade de preencher um novo cadastro, desbloquear o cartão, tudo para evitar a aquisição dos passes", frisou o presidente da Umes.

Outra acusação que Raimundo Penha fará à prefeitura de São Luís é a de que, em função do poder que recebeu do poder público municipal, o SET não cumpre a determinação legal de vender os passes em frações e os alunos são obrigados a comprar a quantidade mínima de 30 unidades, contrariando inclusive o que afirmou o secretário municipal de Transporte Urbano, Jerry Abrantes, em painel realizado no mês de abril na Câmara Municipal, que tratou do assunto, segundo o qual a venda fracionada entraria em vigor imediatamente.

Cotas - A falta de controle por parte dos estudantes sobre suas cotas de passes é outro problema que, segundo a Umes, há muito tempo vem desagradando aos estudantes, porque somente o SET faz esse controle, apesar de a lei assegurar aos alunos o direito de saber quantas unidades ainda pode dispor. "Estamos também defendendo as pessoas que pagam a passagem inteira e arcam com a outra metade dos passes escolares. Queremos que o SET apresente para a sociedade as provas do número de passes que são comercializados por mês em São Luís, porque esse número repercute no preço da passagem inteira", disse Raimundo Penha.

Para subsidiar a representação formulada pela Umes ao Ministério Público, a entidade está coletando assinaturas de estuantes para um abaixo-assinado que pretende entregar à promotora Márcia Buhaten.

Fonte: O Estado do Maranhão - São Luiz


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