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Viagem pela história

      

A PUC/Minas reinaugurou ontem o seu Museu de Ciências Naturais, o que coloca Belo Horizonte no circuito internacional dos grandes acervos que contam a história do Planeta. Funcionando há 19 anos, o museu já participa de diversos intercâmbios internacionais, em termos científicos.

Preguiças gigantes, mastodontes, dinossauros de sete toneladas, livros repletos de curiosidades sobre os segredos do mundo animal, além de cabines que conduzem a viagens ao pantanal, floresta Amazônica, Mata Atlântica e pampas gaúchos. O espaço construído em 4.500 m2, terá capacidade de receber até mil visitantes por dia para observar seu acervo de mais de 62 mil peças, entre originais e réplicas.

Um presentão para a população de Belo Horizonte. Assim define a coordenadora do Museu de Ciências Naturais, Tudy Câmara. Antes mesmo de ser inaugurado, já estava agendada a visita de dois mil estudantes até o mês de setembro; todos do ensino fundamental. Além de local de pesquisa, serve também para lazer, estudos de extensão e serão promovidos cursos para graduandos e pós-graduados.

Qualquer professor poderá marcar um horário no setor de Educação da PUC e levar seus alunos para conhecer o local. Lá é possível ver a ala de répteis, com exposição de fotos de répteis e anfíbios da fauna atual, a vitrine de aves atuais, o pterossauro resgatado na chapada do Araripe, no Ceará; o carnotaurus (da Argentina), uma cabeça de jacaré gigante (estima-se que seu comprimento chegou a 18 metros, e é um dos maiores encontrados até hoje, tendo vivido há sete milhões de anos, no Acre); e também o paraphysonis brasiliensis, de 32 milhões de anos.

Mas a moçada deve vibrar mesmo é com a réplica de uma caverna, situada no setor dedicado ao bi-centenário do dr. Lund. Munidos de uma lanterna, os visitantes poderão ver esqueletos de aves, roedores e aves de rapina transportando em suas garras pequenos animais.

Na exposição dedicada ao dr. Lund, pode-se ver também muitas fotos e objetos doados pela rainha da Dinamarca (terra natal do pesquisador e de seus familiares). Até um exemplar do Jornal do Comércio, de 1º de outubro de 1840, usado pelo cientista para embalar seus fósseis, foi totalmente recuperado e as notícias da época podem ser lidas com clareza. Há também as primeiras fotos tiradas em Minas Gerais, após a invenção da máquina fotográfica. Entre os objetos de dr. Lund, estão seu antigo escritório, em Lagoa Santa e arcas onde carregou mais de 12 mil peças de fósseis brasileiros para a Dinamarca.

Na ala batizada Nós e os elefantes , os visitantes encontrarão os esqueletos do casal Joca e Paloma que viveram no zoológico de Belo Horizonte. Ele, de origem africana e ela, asiática, têm esqueletos diferentes e suas formações ósseos podem ser comparadas.

Fonte: Diário da Tarde - Belo Horizonte

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