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Universidade high tech

      
Ele surgiu no campus da Universidade Case Western Reserve em uma união de tijolo ondulado, vidro retorcido e telhas de aço inoxidável que cãm como uma cascata. Mas ele é muito mais que uma arquitetura impressionante e incomum, criada pelo Dr. Frank Gehry, que destinou uma verba de US $36 milhões da Weatherhead School of Management.

Conectado fisicamente em uma parede esculpida, o campus representa a mais avançada tecnologia integrada em uma de uma sala de aula. Dentro, está a mais rápida rede de banda larga de qualquer escola, capaz de transportar bilhões de bits por segundo. ''Ela é de dez a cem vezes mais rápida que as outras redes educacionais'', explica Lev Gonick, responsável pela Gestão de Informação da Case Western's.

Isso pode significar para estudantes e acadêmicos o acesso à internet quase instantâneo. Gonick explica que um texto completo ou arquivos multimídia de um enciclopédia em CD-ROM podem ser baixados pela rede em seis segundos. ''A coleção completa de Shakespeare em um vigésimo de segundo''.

''O objetivo da rede é encorajar estudantes e professores a colaborar com prazer'', exlplica Gonick. Segundo ele, a rede não significa simplesmente e-mail rápido e mensagens instantâneas. ''Ela elimina o estado latente virtual que cria um atraso entre propor uma questão em um lugar e ser visto ou ouvido em outro''.

O resultado pode ser aprimorado com videoconferência e educação à distância, além da capacidade de compartilhar simulações sofisticas de negócios ou modelos tridimensionais ao mesmo tempo. ''? a próxima geração da velocidade de conexão da Ethernet'', diz.

No passado, as redes de alta velocidade eram restritas a servidores. Uma diferença crucial entre uma rede de computadores acadêmica e a da Weatherhead é que ela é exclusiva em vez de compartilhada. A expectativa é que de mil a dois mil estudantes e acadêmicos passem pela construção todos os dias. quando ela for oficialmente inaugurada em outubro.

A rede de alta velocidade - que em breve vai estar associada a uma outra wireless - formarão um novo ''ambiente ativo de aprendizado''. Richard J. Boland Jr., professor de Informação e Sistemas explica que os alunos serão uma parte ativa deste processo.

Os espaços da faculdade foram intencionalmente reduzidos para encorajar professores e alunos a usar as redes em áreas abertas. Cada sala de aula foi acusticamente sintonizada para que todos os alunos possam ser ouvidos mesmo fora das suas mesas e cadeiras. Elas têm potencializadores de som infravermelho que amplificam o áudio da sala em fones de ouvido sem fio para deficientes auditivos.

Cada mesa conta ainda com uma parte reservada para duas portas de dados e um par de tomadas elétricas. Elas vão permitir que estudantes usem seus laptops, por exemplo, para compartilhar trabalhos de aula e apresentálos em projetores de tela. De uma das maiores salas de aula, uma sala oval de 61 lugares, Julia E.S. Grant, uma professora de contabilidade recentemente ministrou um curso de economia e contabilidade. Ela e um especialista em audiovisual, Dan Hearn, ficaram ofuscados com a capacidade da sala oval.

A partir de um sistema customizado de ensino que inclui computadores touch-screen, Grant pôde controlar, por uma câmera, cada aspecto da sala. Ela é a única subterrânea e a luz entra por uma bolha de vidro. Quando suas cortinas são fechadas eletricamente, o professor que está no centro da sala é banhado por um tipo de luz Jedi. ''Isso não é demais?'' Hearn pergunta aos alunos enquanto eles o observam num poço de luz natural, controlando um grupo de computadores videocassetes, aparelhos de CD e DVD.

Fonte: Jornal do Brasil


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