text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Alunos de nutrição sem aulas

      
Os estudantes da Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (Ufba) estão há 27 dias sem aulas devido às precárias condições de infra-estrutura da unidade, problema que vem dificultando o andamento das atividades e ameaçando a integridade física de todos que freqüentam o local. Os alunos contam com apoio integral da direção e do corpo docente da escola, que garantem a manutenção do movimento até que sejam realizadas as reformas necessárias.

Segundo a direção, a crise na Escola de Nutrição se agrava ainda mais devido ao reduzido quadro de servidores, situação que se reflete na universidade como um todo e que tem trazido sérias conseqüências como o fechamento da biblioteca e a suspensão do atendimento ambulatorial, oferecido gratuitamente à população.

Além do remanejamento de novos funcionários para a unidade, o movimento reivindica melhorias em toda a estrutura da escola, desde os revestimentos dos forros das salas dos professores, biblioteca, laboratório de informática e auditório, que chagam a ameaçar a segurança de todos que circulam por essas dependências.

Isto porque existem buracos em vários pontos do telhado de eternit, por onde passa a água da chuva que infiltra o forro de gesso. Por diversas vezes, as placas cederam deixando grandes buracos no teto e, em um dos casos, uma placas quase atingiu em cheio uma das professoras que tinha acabado de se levantar de sua mesa. O episódio deixou todo mundo com a pulga atrás da orelha, principalmente por que o mesmo aconteceu no auditório da escola, que atualmente está interditado.

Empenho - A diretora Carmen Célia Smith ressaltou a boa vontade e o empenho que o reitor Naomar Almeida vem demonstrando nas quatro reuniões realizadas até o momento, mas lamentou que a situação tenha chegado a este ponto. "Nossos banheiros são indignos, a biblioteca não tem funcionários, o terceiro andar está interditado por falta de segurança e toda a nossa rede elétrica está comprometida, trazendo implicações muito sérias", disse.

Em carta endereçada ao reitor, a diretora afirma que "a direção e o corpo docente vêm externar a sua preocupação com os prejuízos que o prolongamento da paralisação das aulas acarretará para os estudantes, e solicitar ao reitor encontrar soluções o mais rápido possível, uma vez que as soluções corretamente apontadas pelos estudantes extrapolam o âmbito de ação desta escola, mais precisamente no que diz respeito à alocação/substituição de funcionários e à realização das obras, há muito previstas e não realizadas, necessárias para garantir a integridade física das pessoas e do patrimônio desta instituição".

Fonte: Correio da Bahia
  • Fonte:

Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.