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Cotas Para Universidades: Movimento Negro também está dividido em Campina

      
O Movimento Negro em Campina Grande diverge de opinião em relação ao projeto que prevê uma cota mínima de 20% das vagas para o acesso dos negros às universidades. As diferenças segundo seus representantes são naturais dentro do regime democrático e refletem o pensamento o movimento nacional.

Enquanto o ativista jornalista Moisés Alves acompanha a posição de 54 brasileiras universidades federais brasileiras que são contrárias a proposta, o historiador Jair Silva defende o projeto como dos pequenos avanços ocorridos nos últimos tempos. "Podemos considerá-lo um avanço frente aos 500 anos de omissão", disse Jair.

Para Moisés a determinação da quantidade de vagas nas universidades públicas contribui para a discriminação. "Temos que lutar com outro tipo de mentalidade e não essa segregação". O jornalista concorda que o racismo apesar de velado, ainda atrapalhe o crescimento dos negros, mas classifica o projeto das cotas como superficial.

Já na avaliação de Jair Silva, esta é a única forma de ampliar o espaço do negro. "Mudanças mais profundas demorariam muito, basta saber que o projeto de cotas universitárias foi aprovado nos Estados Unidos na década de 1960". Atualmente, ele destaca que de três americanos negros, um mantém um bom padrão econômico. No Brasil, menos de 2% dos negros estão nas universidades.

Fonte: Correio da Paraíba


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