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Forro da faculdade de Nutrição pode desabar

      
Considerada uma referência nacional em termos acadêmicos, a Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (Ufba) está com seu prédio no Canela em estado precário. Até o forro do telhado ameaça desabar em cima de professores e alunos. A situação ficou crítica, tanto que levou os cerca de 450 estudantes a deflagrarem uma greve que completa, hoje, 28 dias. A paralisação, que conta com o apoio da direção da escola, procura pressionar o recém-empossado reitor Naomar Monteiro de Almeida Filho a encontrar uma solução para a execução de obras emergenciais.

A infiltração de água nos forros na sala de professores e no laboratório é a mais grave situação, pois representa perigo de desabamento, informou Rodrigo Fernandes, que faz parte do Diretório Estudantil. No terceiro andar do casarão principal, uma goteira molha boa parte do piso. A diretora da escola, Carmen Célia Carvalho, teme que aconteça uma nova queda do forro, como a que ocorreu no ano passado em duas salas de professores, no almoxarifado de drogas e na biblioteca. "Trabalhamos sob tensão com este perigo", afirmou a diretora.

Os estudantes reivindicam o revestimento dos forros na sala dos professores, biblioteca, laboratório de informática e auditório. Além disso, querem a reforma nas instalações elétricas e telefônicas, assim como dos banheiros. No setor de ensino, pedem a imediata contratação de funcionários para a biblioteca e uma bibliotecária. A situação no setor, segundo Rodrigo Fernandes, chegou ao limite do suportável no mês passado, quando não tinha nenhum funcionário e a bibliotecária solicitou afastamento com uma licença-médica.

Integrantes do diretório acadêmico afirmam que as emendas orçamentárias para a Ufba, entre 2000/2001, asseguravam R$ 389 mil para a escola. Estes recursos, porém, foram usados em outras necessidades da universidade. Até junho do ano passado, segundo Rodrigo somente R$ 30 mil foi gasto pela Ufba no prédio. "Apesar de apresentar condições precárias, a escola não foi priorizada e agora vemos o quadro se agravar", destaca a diretora.

Fonte: A Tarde - Salvador
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