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Notícias

Violência infantil

      
Pesquisa sobre violência infantil, realizada em 12 municípios da Região Grande Oeste do Estado de São Paulo, durante os meses de maio, junho e julho, será tema do I Seminário Região Grande Oeste - Pacto São Paulo contra a violência infantil, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, uma realização da Fundação Orsa, Unifieo (Centro Universitário Fieo), prefeituras de Barueri, Itapevi, Jandira e Osasco, Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente de Embu das Artes e Fórum de Defesa da Criança e do Adolescente de Osasco.

O evento ocorre hoje e amanhã no Unifieo (Centro Universitário Fieo), em Osasco, a partir das 9 horas. De acordo com o sociólogo João Clemente de Souza Neto, professor do Unifieo e membro da Pastoral do Menor, dos 150 casos analisados, 60% são relacionados a crianças que vão de recém-nascidas a pré-adolescentes de até 12 anos vítimas de estupro, exploração e abuso sexual; 48% são de etnia branca; aproximadamente 60% freqüentam escolas; 66% delas conhecem o agressor; e 60% dos casos ocorreram na casa da própria vítima.

Em relação aos tipos de abuso, a pesquisa revelou que 44,7% foram vítimas de estupro; 33% de atentado violento ao pudor e 7% de atentado com penetração anal. Quanto ao agressor, 47% dos casos foram praticados por pessoas da própria família (intrafamiliar) e 46% por pessoas extrafamilares. Em 54% dos casos, quem fez a denúncia da agressão foi algum membro da própria família. Coordenada pelo Unifieo, pelo Pacto São Paulo e pela Fundação Orsa, a pesquisa proporcionou a criação de mais de 50 tabelas a partir dos dados coletados que serão expostos durante o seminário, que tem como objetivo fazer o mapeamento sobre a violência infantil na região e pensar políticas sociais de intervenção.

Também serão discutidos conceitos de violência sexual e apresentados relatos de experiências na Região Grande Oeste da Grande São Paulo por meio de depoimentos de representantes da Vara da Infância e da Juventude, do Centro de Referência da Criança e do Adolescente, do Fórum de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Conselho Tutelar e da Delegacia de Defesa da Mulher de várias cidades.

Fonte: Gazeta Mercantil
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