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Engenharia de Alimentos da UEPG passa por avaliação do Estado

      
A Comissão Verificadora designada pelo Conselho Estadual de Educação do Paraná iniciou, nesta quinta-feira, dia 29, os trabalhos de verificação das condições de oferta do curso de Engenharia de Alimentos da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), para reunir informações, tendo em vista o reconhecimento do curso.

A comissão está composta pela conselheira relatora Ceres Perrotti, membro da Câmara de Educação Superior, professor Salvador Massaguer, doutor em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Cornell University (New York-USA) e docente do curso de Engenharia de Alimentos da UNICAMP/FEA, como perito; e Eli de Abreu Passos, assessor técnico do Conselho Estadual de Educação. Eles desenvolvem o trabalho de verificação das condições do curso até amanhã, dia 30.

Durante o desenvolvimento do trabalho, a Comissão avalia a proposta pedagógica do curso, a oferta de estágios, o corpo docente, os títulos e exemplares de livros e periódicos destinados aos estudantes de Engenharia de Alimentos, bem como os laboratórios que fazem parte da proposta do curso, entre outras informações. Para exemplificar, a Comissão faz uma análise rigorosa da infra-estrutura de oferta do curso como a organização curricular, a participação do corpo docente em eventos da área (congressos, seminários, palestras), titulação dos docentes, pesquisas e outros pontos imprescindíveis para a qualidade do conjunto de atividades da Engenharia de Alimentos.

Engenharia de alimentos

Com um total mínimo de 3.995 horas/aula, o curso de Engenharia de Alimentos tem a preocupação de formar profissionais com conhecimento da área da ciência e tecnologia aplicada ao processamento de alimentos, com uma visão global econômica e administrativa. Também atende aos compromissos de formação ético-profissional, assim como da sensibilidade para as questões humanísticas, sociais e ambientais. Em meio a uma série de exigências na aplicação diária de trabalho, esse profissional precisa ter uma sólida formação básica, aliada à capacidade para enfrentar e solucionar problemas relativos à ciência, tecnologia e engenharia de alimentos, para sua continua atualização e aperfeiçoamento. De turno integral, o curso tem cinco anos de duração.

Fonte: UEPG
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