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Ufal tem pesquisas publicadas em revista norte-americana

      
Duas pesquisas sobre Aids, realizadas pelo Projeto Universidade da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), estão publicadas na última edição da Revista Monduzzi Publiehens Medimond, da Editora International Procceding Division, da Filadélfia (EUA). Os dois trabalhos foram selecionados entre 300, de um total de nove mil em todo o mundo, inscrita na 14a Conferência Internacional de Aids, realizada em Barcelona, no último mês de julho, e o Brasil teve destaque, ficando em terceiro lugar em estudos nessa área.
Coordenados pelo professor do Departamento de Medicina Social da Ufal Jorge Luís de Souza Riscado, os trabalhos foram realizados com dois públicos distintos: alunos da área de Saúde da instituição e homossexuais de Maceió. Nas duas pesquisas foram entrevistadas 862 pessoas. "Queríamos saber se as pessoas têm informação sobre Aids, se fazem sexo seguro e, principalmente, se profissionais vão saber lidar com pacientes portadores do vírus HIV", disse Riscado, que também é coordenador do Projeto Universidade da Ufal.
Uma das pesquisas é denominada de "DST/Aids, comportamento sexual, conhecimento e representações sobre homens que fazem sexo com homens na cidade de Maceió". Foram entrevistados 519 gays ? travestis, gays assumidos, enrustidos, garotos de programa ? com idade de 14 a 25 anos. Durante quatro meses as pesquisas foram feitas em points, boates, bares, saunas, vias públicas e praias, objetivando conhecer a realidade e orientar sobre as medidas de prevenção da DST e Aids.
Essa pesquisa, realizada em parceria com o Grupo Gay de Alagoas (GGAL), constatou que a iniciação sexual acontece entre os 13 e os 14 anos de idade, com intervalo de um a quatro parceiros por semana. "Mesmo tendo conhecimentos sobre Aids e prevenção de outras DSTs, 20 por cento dos entrevistados confessaram já ter tido alguma DST com reincidência. "Um outro dado preocupante é que esse mesmo percentual faz uso de drogas ilícitas (cocaína, maconha, drogas inalentes) e 57 por cento consomem bebidas alcoólicas antes das relações sexuais, o que vem a dificultar, com certeza, o uso de camisinha para a prevenção de doenças", completou Jorge Riscado.


Fonte: Gazeta de Alagoas - Maceió



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