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Notícias

Unisul em primeiro lugar

      
Por onde ando, ouço falar: o futuro do esporte olímpico brasileiro está nas Universidades. Verdade: nos dourados anos-80, de Joaquim Cruz e Agberto Guimarães, a grande legenda do atletismo nacional era a "Gama Filho" do Rio de Janeiro. Aleatoriamente, temos outros bons referenciais: a ULBRA no RS (bicampeã da Superliga de Voleibol masculino e espinha dorsal da seleção brasileira de futebol de salão); a UC'S de Caxias do Sul investindo a todo transe também no futsal da Liga Nacional; a UNISC de Santa Cruz do Sul-Rs, um dos ícones do basquete nacional; a UNICOR de Três Corações, que oferece todo suporte ao voleibol masculino; a UNIT de Uberlândia, o Universo Ajax de Goiânia e a UEL de Londrina com forte representação no Brasileiro de Basquete; a UNEB (Brasília) adota o basquete e o voleibol; e em São Paulo, então, no vôlei e no basquete sobram logomarcas de grandes universidades investindo no esporte de alto rendimento: UNIARA de Araraquara, UMG de Mogi Mirim, UNISANTA de Santos, COC-Ribeirão Preto, UNIBAN de São Bernardo do Campo, Universidade de Piracicaba e, por aí, vai.
Acreditando mesmo no esporte como poderoso agente na formação de uma cultura mais acadêmica, como ocorre nas grandes potências olímpicas - a UNISUL está desenvolvendo uma política de incentivo ao esporte que, muito brevemente, será referência nacional.
O foco deste trabalho agrega métodos e conceitos que só poderiam partir de alguém com a sensibilidade do reitor Gérson Joner da Silveira - e de dois jovens talentos que fizeram escola atuando em diferentes segmentos do esporte-competição: Renan Dal Zotto, reconhecido internacionalmente pela sua longa militância no voleibol (Brasil e Itália) - inclusive com participação em três Olimpíadas - e João Kioshi Otuki, catedrático de natação e PhD em gerenciamento esportivo.
Investimentos
Renan desembarcou em Florianópolis há três anos e meio para desenvolver um trabalho mais específico no monitoramento do voleibol. Historicamente, a modalidade até então só criara raízes em Chapecó e Concórdia - que, por razões imperiosas (crise na agro-indústria), acabaram desativando suas equipes. O grande desafio de Renan era romper duas barreiras: a idolatria de um povo que só tinha olhos para o futebol (Figueirense e Avaí) e a reluzente atmosfera de suas praias. Prova disso é que o vôlei tanto masculino como feminino não cria status nas cidades litorâneas. Quando muito, os patrocinadores formam uma grande equipe e ela sempre perde o "punch" na reta final. Coincidência ou não, o mesmo ocorre com o basquete. Os campeões brasileiros são sempre mineiros, paulistas, alguém do interior gaúcho, etc. Mas o maior dos objetivos foi alcançado por Renan: popularizar o voleibol da Unisul e, com apoio da reitoria, abrir o leque das modalidades que compõem o grande cordão umbilical do esporte catarinense.


Fonte: A Noticia - Joinville


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