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Notícias

O futuro da economia

      
De quando em quando, não há nada melhor do que ser acaciano para definir as coisas. Por isso, ousamos afirmar que nem tudo está perdido no futuro da economia brasileira: os alunos de graduação do Instituto de Economia da Universidade do Brasil/UFRJ, por exemplo, vão lançar uma revista-livro, a Oikos (222 págs. ? R$ 5), com a intenção de corporificar "uma reação epistemológica à ortodoxia clássica atual". Esses jovens do Instituto de Economia são membros ativos da Sociedade dos Economistas Mortos, entidade por eles recém- criada para "exercer o livre-pensar; buscar o pensamento novo; viver num mundo em que se acredita; e pensar o desenvolvimento nacional a partir da própria identidade".

? A nossa reação ? explica um dos editores ? espelha a angústia dos estudantes cariocas que aspiram se tornar cientistas econômicos ao invés de se transformar em meros técnicos ou instrumentos teóricos do status quo financeiro, perdidos em modelos histéricos. Temos a consciência de que qualquer mudança econômica passa por uma mudança de ordem cultural. O lançamento da Oikos será na sexta-feira 6, às 11 horas, no Auditório Pedro Calmon, no campus da Praia Vermelha.

Haverá uma breve exposição da professora Maria Lúcia Werneck (diretora-administrativa do IE) e uma palestra, seguida de debate, com o Magnífico Reitor da UB, professor Carlos Lessa.

Orelhas arderão, porque os nossos futuros economistas vão mandar brasa.

? assim que se faz, Ao contrário de muita gente que só espinafra, mas se esquece de elogiar quando a autoridade pública age de acordo com os conformes, os autores desta página têm como norma não se fazer de desentendidos. Quer dizer, o prefeito de Angra dos Reis, Fernando Jordão (PSB-RJ) ? que a gente esculhambou sem razão (a herança era petista), por causa de centenas de quebra-molas da Rio-Santos, no trecho que corta o município ? cumpriu o que prometera em carta a esta revista: acabou com aqueles obstâculos criminosos e, com o apoio da Eletronuclear (que está deixando a estrada um brinco), colocou passarelas para pedestres nos principais trechos favelizados da rodovia.

Agora fica faltando aumentar o limite de velocidade nas lombadas eletrônicas instaladas nos trevos de Mangaratiba, Conceição do Jacareí, Garatucaia e Camorim: são autênticos caça-níqueis, pois todas elas surgem depois de curvas fechadas, tornando impossível alguém reduzir para 40 quilômetros, sem saber que vai dar de cara com uma câmera multadora.

Fonte: CartaCapital
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