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Caos na Casa do Estudante

      
Superlotação, necessidade urgente de reformas e aproximadamente R$ 28 mil em dívidas. Estes serão os principais problemas que o novo diretor da Casa do Estudante Fluminense, em Niterói, terá de enfrentar. A situação da casa - que abriga estudantes do interior que vêm para o Rio ou Niterói - é caótica. Como a entidade não recebe verbas do Estado há um ano e meio, as paredes têm infiltrações, os cômodos minúsculos acomodam até sete pessoas e estudantes dormem em colchões espalhados pelo chão.

A precária condição do lugar acaba dificultando a convivência. Não são raras as queixas de brigas ou furtos registradas na polícia. Sem diretor nomeado desde 2000, o espaço, com capacidade para 45 pessoas, hoje abriga 60.

Desde a saída da última direção, vigora uma espécie de autogestão, na qual os moradores se organizam para realizar processos de seleção. Para Leni Medeiros, chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Educação, a casa é uma anomalia que não deveria estar sob a responsabilidade do Estado, uma vez que 80% dos residentes estudam na UFF.

Fonte: Jornal do Brasil
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