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Notícias

Conteúdo de qualidade e de graça

      
Nada menos do que 57 ganhadores de prêmios Nobel passaram pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Apesar da aura, o centro de ensino e pesquisa está mais popular que nunca: o conteúdo de seus cursos pode ser acessado por qualquer internauta, sem custos.

Não há burocracia nenhuma para acessar o conteúdo das aulas do MIT. Os slides, vídeos e as apostilas usadas em 500 cursos podem ser baixados pela Internet gratuitamente no endereço eletrônico https://ocw.mit.edu. Para ter em mãos o riquíssimo material, não é necessário nem mesmo cadastro.

Os brasileiros estão aproveitando bem o conhecimento disponível: são o quarto grupo, por país, que mais acessa o Open Course Ware (OCW), área do portal reservada ao material didático do MIT. E o número tende a aumentar, já que o conteúdo do OCW está sendo traduzido do inglês para o português. Parte já está publicada no Universia, portal de um consórcio de 724 universidades, em https://mit.ocw.universia.

No Brasil

Parte do conhecimento das universidades públicas brasileiras também já está na Internet. O conteúdo digitalizado das aulas ainda fica restrito aos estudantes matriculados, na maioria das faculdades, ou não está reunido de forma organizada. Mas muitas teses de mestrado e doutorado e outras obras científicas podem ser baixadas livremente da Web.

A Universidade de São Paulo (USP) centraliza o conhecimento digital no portal Saber www.saber.usp.br. Lá está a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP com 1,5 mil teses.

Na próxima quinta-feira, dia 30, o portal inaugura outro serviço interessante, a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais. Serão levadas à Internet 38 obras raras, que poderão ser folheadas por qualquer internauta.

No site do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), do Ministério da Ciência e Tecnologia, a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações reúne trabalhos de três universidades: USP, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). A Universidade de Campinas (Unicamp) se prepara para se juntar a elas.

O conteúdo armazenado tende a crescer muito, pois quatro universidades já testam um software que servirá para gerenciar e padronizar teses para alimentar o banco de dados da bibiblioteca digital. Em breve, 130 universidades receberão também o software.

. O site do Ibict (www.ibict.br) não armazena as teses, mas remete à fonte do documento.

Na área de saúde, há muito material disponível gratuitamente na Internet. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) tem se empenhado para levar informação para a Internet, tanto para profissionais como leigos.

Além de oferecer livre acesso a obras acadêmicas, o site da Unifesp (www.unifesp.br) reúne links para 1,7 mil revistas médicas, que podem ser lidas gratuitamente.

Para acessar material didático de cursos voltados para estudantes de graduação de Medicina, Enfermagem e outras carreiras da área não há nenhuma barreira no site da Unifesp. Cursos virtuais sobre anatomia patológica, dermatologia, biologia molecular e genética, apesar de voltados para estudantes de graduação, podem ser feitos por qualquer internauta gratuitamente.

Dá para ficar poliglota sem gastar dinheiro

Assim como os cursos on-line de informática, há muitos cursos grátis de línguas na Internet, com destaque para inglês, francês e espanhol. Não dá para dizer que o internauta vai sair falando o idioma, mas pelo menos na parte gramatical a pessoa pode ler e escrever razoavelmente. Os sites www.aprendãspanhol.com.br, www.dwelle.de/brasil/sprachkurs/sprkurse.html, www.englishtown.com.br e weblinguas.com.br são boas opções.

Fonte: A Gazeta (Vitória/ES)
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