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Salvação passa pela universidade

      
A solução para a crise nos clubes passa pelo banco escolar. Foi com essa certeza que o Sindi-Clube (sindicato que congrega 2 mil clubes amadores e profissionais de São Paulo) inaugurou, no início do mês, a Universidade Sindi-Clube, voltada para a formação de mão-de-obra especializada para o segmento. O objetivo é melhorar o serviço prestado e a estrutura de lazer e esportes oferecida pelas agremiações, o que pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Apesar do nome, os cursos são rápidos. Variam de 8h a 42h, com preço entre R$ 120 e R$ 800. Atinge desde funcionários da área de manutenção até dirigentes, e conta hoje com 120 alunos. A falta de mão-de-obra especializada é grande. No mercado encontramos administradores de empresas e professores de educação física, por exemplo, mas não com formação específica para clubes, disse Armando Perez Maria, diretor-executivo do Sindi-Clube e da Universidade. Na sua opinião, os novos tempos já não admitem que as entidades sejam administradas por amadores, sob risco de extinção. Legislação, administração esportiva e contabilidade estão entre as matérias do curso.

Multinacionais
O conceito foi importado dos Estados Unidos, pioneiro nas universidades corporativas. Ou seja, voltadas para segmentos específicos. Multinacionais como GE e McDonaldïs adotaram. O Secovi, sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo, também. Formando mão-de-obra qualificada e dando melhor atendimento, os clubes podem superar a crise, aposta Francisco Fraga, vice-presidente do Sindi-Clube.

Fonte: Diário de S.Paulo
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