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Alfabetização Solidária é pra valer

      
O governo demorou, mas agora é pra valer. Para, afinal, acabar com o analfabetismo no País. Parece que com a nova motivação e a constatação de que ninguém alcançará mais trabalho se ainda for analfabeto, em breve esse mal estará extinto entre nós. E, o mais importante, sem o governo investir recursos, arcando tão-somente com a obrigação de a primeira-dama ser a presidente de honra e paraninfar as turmas de formandos, como na cerimônia dos 5 mil alfabetizados prestigiada pela ex-primeira-dama Ruth Cardoso, mulher de Fernando Henrique Cardoso. O maior mérito desse esquema é que os governos não investem 1 real nessa tarefa, pois se trata de campanha de uma ONG, à qual a iniciativa privada garante todos os gastos, cotizados por 135 empresas, que bancam o transporte assim como todo o material escolar, livros e cadernos.

Os professores nada cobram, assim como os colégios que participam dos trabalhos, como por exemplo o colégio de Goiânia que participa do movimento desde 2001, juntamente com 22 Estados, totalizando atualmente 70 salas de aula e 1.750 alunos.

Além de tudo a campanha de alfabetização se mostra a cada tempo mais movimentada fazendo jus ao título de solidária, pois carrega a expressão como um ônus natural - no seu bojo, conta com a participação de outros seis países. Ònfase é dada no caso dos Estados do Nordeste, aos mais pobres que são parte da programação, como o Piauí, onde se encontra o maior número de analfabetos, com 20 salas de aula e preparação de 10,5 mil alunos. ? preciso que se saiba que tem direito ao curso somente quem passou dos 15 anos de idade.

A campanha está mais ativada agora porque o Brasil ainda conta com 20 milhões de analfabetos. Atuando no módulo presente, Goiânia atingiu uma programação invejável em parceria com o Programa Alfabetização Solidária. Em 2001/02, em Goiânia, alcançou 50 salas e 1.250 alunos. No mesmo período, em São Miguel do Araguaia, 30 salas, 750 alunos; em Aruanã, 15 alunos... no total, 22.375 alunos em Goiás, em 2001. Já em 2002, o resultado foi o seguinte: pelo módulo 11, em Goiânia, em 80 salas, 2 mil alunos; em São Miguel do Araguaia, 40 salas, com mil alunos; em Aruanã, 15 salas e 375 alunos; em Santa Terezinha, 30 salas de aula e 750 alunos.

No mesmo módulo 11, na Bahia, também bons resultados. Em Brejões, 10 salas de aula e 250 alunos; Mulungo do Morro, 10 salas de aula e 250 alunos; Aiquara, 10 salas de aula e 250 alunos. Idem em Pernambuco: Itapetim, 10 salas de aula e 250 alunos; Tabira, 10 salas de aula de 250 alunos; Timbau, 10 salas de aula e 250 alunos.

Já no módulo 13, em 2003, em Assunção do Piauí e Caracol, 10 salas de aula 10 e 250 alunos, cada cidade. O total de atendimento foi de 8.750 alunos e o número de salas, 350.

Países onde o Programa de Alfabetização Solidária está presente: Guatemala, Moçambique, Timor Leste, Príncipe e Tomé, Brasil. Resultado acumulados até dezembro: 4 milhões de alunos atendidos, 170 mil alfabetizadores capacitados, 2.010 municípios, 135 empresas instituições e organizações parceiras, 219 instituições de ensino superior parceiras.

Fonte: O Popular
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