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Para obter aprovação, aluno carente abandona emprego

      
Ele abriu mão de um salário de R$ 120,00 por mês para prestar vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Vivendo com o dinheiro de sua rescisão trabalhista, o candidato ao curso de Enfermagem Saulo Vieira, de 19 anos, decidiu investir todas as fichas no vestibular.

Sou aluno de escola pública e consegui uma vaga no curso Universidade Para Todos para me preparar. Preciso passar na Ufes e não tenho como pagar uma faculdade particular, comentou.

Ao descobrir que o curso que escolhera é o segundo mais concorrido, com 20 alunos por vaga, Saulo manteve o otimismo. Estou estudando 12 horas por dia e quero passar, comentou.

A estudante Eliane Moreira, 27 anos, participa pelo segundo ano consecutivo do cursinho comunitário e está se preparando para encarar o vestibular para o curso de Ciências Contábeis.

Há um mês largou o emprego de auxiliar de escritório em uma empresa de produtos naturais para se aprofundar nos estudos.

Cansaço
Ano passado, fui reprovada na segunda etapa do vestibular por meio ponto. Eu trabalhava de manhã e estudava de noite. Era muito cansativo, não conseguia absorver todo o conteúdo. Este ano, decidi investir tudo na minha aprovação; arriscar mesmo. Agora estou vivendo de seguro-desemprego, disse.

Com o salário que recebia Eliane colaborava com a renda familiar. Agora, não sabe o que vai fazer depois que o vestibular passar.

O aluno Rodrigo Lopes, de 19 anos, que reside em Feu Rosa, Serra, acredita que está em desvantagem em relação aos demais candidatos, pois sempre estudou em escolas públicas.

Fonte: A Gazeta
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