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Notícias

Segurança alimentar como estratégia de desenvolvimento e inclusão social

      

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de alimentos.A agricultura brasileira vem registrando sucessivos recordes de produção - a última safra chegou a 116 milhões de toneladas de grãos.A despeito de tamanha oferta, cerca de 46 milhões de brasileiros vivem em condições de insegurança alimentar, ou seja, sem acesso regular aos alimentos necessários para sua sobrevivência.

A erradicação da fome pressupõe inverter a dinâmica que faz com que a miséria se reproduza indefinidamente. Para que isso seja possível, torna-se necessário operar mudanças estruturais no modo como é conduzida a vida econômica. Requer, também, eleger a questão da segurança alimentar e nutricional como estratégia orientadora para o desenvolvimento do País.

Tais mudanças encontraram terreno para se concretizar a partir do lançamento do Programa Fome Zero, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu como prioridade de seu governo, conclamando as organizações da sociedade civil, as empresas e todas as instâncias da administração pública a participar dessa iniciativa.

O que pode ser feito em segurança alimentar no âmbito local - A fome está presente no País inteiro, mas em algumas regiões e grupos sociais a situação de risco alimentar é mais grave. Com base nessa constatação, o Ministério Extraordinário de Segurança Alimentar e de Combate à Fome (Mesa) estabeleceu áreas e grupos populacionais que serão priorizados pelo Programa Fome Zero: o Semi-árido nordestino, incluindo o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais; os acampamentos e assentamentos rurais; as aldeias indígenas; os grupos quilombolas; e a população que vive nos e dos lixões.

Trabalhando com as prioridades definidas acima ou atuando em qualquer município brasileiro, as empresas têm condições de se integrar ao Programa Fome Zero, desenvolvendo ou apoiando programas e ações que somem esforços no sentido de erradicar a fome no País.

Em muitos municípios, os fóruns para essa articulação já existem sob a forma de conselhos ou comitês gestores voltados para a promoção do desenvolvimento local, formados por representantes da sociedade civil organizada e do poder público. Esses são espaços privilegiados para o conjunto dos atores sociais - empresas, grupos e redes sociais e governo - mapear as carências da região e articular uma política de segurança alimentar e nutricional que integre as ações em curso. No entanto, na maior parte das regiões carentes do País, esses fóruns ainda estão para ser criados e o estímulo à sua constituição pode ser um dos elementos dos projetos apoiados pelas empresas.

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