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Espaço de participação

      
Atuação - Leonardo, Diego e Eduardo fazem parte do DA de Turismo do Centro Universitário Newton Paiva: grupo incentiva debate local e nacional
Representar o aluno dentro e fora da universidade é a principal função dos diretórios centrais de estudantes (DCEs) e diretórios acadêmicos (DAs). Mas será que eles estão cumprindo esse objetivo ou se limitam a resolver questões burocráticas, como a confecção de carteirinhas de estudante? Em Belo Horizonte, as universidades mais antigas e tradicionais têm entidades sólidas com programas de gestão e bandeiras de luta definidos. No caso das instituições que estão há pouco tempo no mercado, os grupos de estudantes ainda estão se organizando para formar chapas e eleger representantes.

No Centro Universitário Belo Horizonte (UNI-BH), a sede do DCE funciona no campus da Lagoinha e representa 12 mil filiados, sendo que 150 alunos estão entre os mais atuantes. O presidente da entidade é Miguel Corrêa Júnior e a chapa é a Mudança Já.

Para o assessor geral do DCE do UNI-BH, Guilherme Endrigo Marçal Neves, de 28 anos, o movimento estudantil mudou muito nos últimos anos, especialmente dentro da instituição. A universidade se viu obrigada a dar espaço aos alunos. Além disso, obtivemos conquistas como a participação em órgãos deliberativos, apesar de ainda termos apenas um voto nos conselhos, ressalta.

Guilherme explica que o DCE Mudança Já procura atuar em duas vertentes: na luta pela qualidade de ensino e na busca por projetos sociais. Com esse boom na abertura de escolas, o ensino virou mercadoria, deixando de ser sinônimo de detentor intelectual. Em alguns casos, a impressão que dá é que basta pagar que o diploma sai, comenta.

A boa fase em que se encontra a entidade se traduz na política de boa vizinhança entre os estudantes e a universidade. No primeiro semestre, conseguimos o congelamento das mensalidades e para este semestre reduzimos em 4% esse valor. Estamos agora negociando outra redução. Além disso, obtivemos um aumento de 70% no número de bolsas sociais concedidas a alunos comprovadamente carentes.

Em parceria com a organização não-governamental Mudança Já, criada em 1991, o DCE presta serviços junto à comunidade de Venda Nova, recolhendo alimentos e doações para a população local. A última calourada, ocorrida em 5 de setembro, divulgou uma campanha contra o analfabetismo.

Outra função da entidade é ajudar os estudantes em atividades de campo, fornecendo pequenas quantias em dinheiro para pagar o transporte dos alunos a congressos ou convidar grandes nomes para dar palestras em Belo Horizonte. Recentemente, fizemos a Semana da Cultura. O DCE do UNI-BH funciona na rua Diamantina, 567. Telefones: (31) 3423-9503/9147-8030, site: www.dceunibh.com

Fonte: Estado de Minas
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