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Novo horário da UnB é reprovado

      
Estudantes e professores da Universidade de Brasília (UnB) mostraram ontem que não estão dispostos a começar as atividades às 7h10, quase uma hora mais cedo que hoje, às 8h. Mais de 80% dos alunos da UnB que participaram do plebiscito sobre a mudança dos horários de aula votaram contra a alteração da grade horária.

Ao todo, 5.171 alunos são contra a mudança. Apenas 19,2%, ou 922, aprovam a proposta da reitoria da universidade. Entre os professores, a idéia também não foi bem aceita. Dos 242 docentes que participaram da consulta, 76% se mostrou desfavorável à mudança. A UnB tem um total de 25 mil estudantes.

Agora, o resultado do plebiscito será levado ao Conselho Universitário (Consuni), que reúne a reitoria, professores, alunos, e técnicos da UnB, explicou Erivelto Furlan, diretor de Comunicação do Diretório Central dos Estudantes (DCE), entidade que promoveu a consulta.

A data da próxima reunião ainda foi definida, mas deverá ser realizada até o dia 21. Não estamos com pressa. O mais importante com esse plebiscito era promover uma discussão ampla sobre a mudança de horário. A consulta mostra a insatisfação com a idéia. Mas novas soluções serão debatidas e só então o novo horário deverá ser votado, disse o decano de Educação da UnB, Ivan Camargo.

A proposta de alterar os horários dos cursos diurnos partiu da reitoria da universidade há mais de um mês, em uma reunião do Consuni. A idéia era tentar melhorar o uso das salas de aula. A administração da UnB diz ter dificuldade em alocar as salas em horários concorridos na grade acadêmica, como nas manhãs de terças e quintas-feira.

Com a mudança, as atividades na universidade começariam às 7h10 e a cada duas horas haveria uma nova aula. Em vez de duas aulas por turno, os alunos teriam três horários pela manhã e outros três durante a tarde. A grade horária do cursos noturnos não seria alterada. A mudança seria feita já no primeiro semestre de 2004.

Para o presidente da Associação dos Docentes da UnB, Paulo César Marques, será preciso fazer mais estudos e simulações antes de implantar a nova grade. A idéia é que a universidade funcione melhor. Mas não sabemos ao certo que impactos a mudança trará para a UnB. Pode acontecer uma concentração de alunos nos horários intermediários.

Fonte: Correio Braziliense
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