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Aluguéis ajudam a pagar a folha

      
A UnB gasta mensalmente R$ 19,8 milhões com o pagamento de pessoal e encargos. Ao longo do ano, são R$ 237,8 milhões com os salários dos funcionários e para honrar os tributos. Para a manutenção do campus, R$ 18 milhões ao ano. E outros R$ 4 milhões para conservar a infra-estrutura da universidade. A conta não fecharia sem o dinheiro dos aluguéis. Do governo federal, vêm os recursos para a folha de pagamento e para os encargos, mais R$ 15,4 milhões para custeios diversos. Os outros R$ 7 milhões que faltariam são cobertos pelos R$ 8,4 milhões arrecadados com os aluguéis dos imóveis da Asa Norte. Sobra cerca de R$ 1,4 milhão, ou algo em torno de R$ 116 mil, para utilização mensal. Quem dera esse dinheiro pudesse ser usado integralmente em investimentos de infra-estrutura, lamenta Aloísio Machado, secretário de Investimentos Imobiliários da UnB. Ele afirma que, nos últimos dez anos, o número de alunos subiu de oito mil para 18 mil, enquanto os investimentos do governo em estrutura física e equipamentos minguaram continuamente. De acordo com Alberto de Faria, diretor do Centro de Planejamento da UnB, a falta de espaço físico é hoje o pior obstâculo à expansão dos cursos. Nossa idéia com as licitações é começar a resolver esse problema a partir do ano que vem. Faremos um novo complexo de prédios para abrigar algumas faculdades que se encontram mal alojadas no campus, garante. novos prédiosSerão cinco os novos prédios, todos abaixo da Faculdade de Saúde. O maior edifício abrigará os cursos de Ciências Biológicas, como Odontologia, Medicina, Biologia, Enfermagem, entre outros. Será quase duas vezes maior do que a atual Faculdade de Saúde. O segundo maior, com tamanho semelhante ao da Reitoria, receberá o curso de Química e, possivelmente, também alguns laboratórios de Física e das Geociências. O terceiro prédio será a Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia (Face). Esses cursos deixarão a Ala Norte do Instituto Central de Ciências, mais conhecido como Minhocão. O Cespe também ganha um prédio próprio. O último é o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, que fica pronto até novembro de 2004. Todos os outros serão concluídos até julho de 2005. Desocuparemos cerca de 20 mil mý do Minhocão. Poderemos ampliar número de vagas e melhorar estrutura de cursos já existentes. Tudo será estudado, comenta Alberto de Faria, ressaltando que um dos objetivos é otimizar o funcionamento de áreas que podem render dividendos para a universidade, como o Cespe e o Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT).

Fonte: Jornal de Brasília
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