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Universidade de Brasília S.A.

      
A Universidade de Brasília (UnB) vai abrir uma temporada de vendas de imóveis na Asa Norte até dezembro de 2005. Só até o final deste ano, sete apartamentos na SQN 310 - de valor mínimo estimado entre R$ 420 mil e R$ 1 milhão - serão licitados. Entram em licitação também projeções para a construção de edifícios residenciais em quadras nobres do Plano Piloto. O objetivo é arrecadar R$ 43 milhões para a construção de cinco novos prédios no campus Darcy Ribeiro. Com quase 1,5 mil apartamentos, 33 áreas para a construção de prédios residenciais e um império imobiliário com valor em torno de R$ 350 milhões, a UnB está não apenas entre as melhores e mais importantes universidades brasileiras. Talvez só a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) se assemelhe a ela em patrimônio imobiliário não destinado diretamente à realização de atividades acadêmicas, segundo especialistas da própria instituição. Tudo está concentrado na Asa Norte. Na Superquadra 214, são 506 apartamentos, com valores entre R$ 400 mil e R$ 800 mil. Outros 354 estão na Colina (bairro residencial localizado dentro do próprio campus). Na 207, 12 projeções, estimadas entre R$ 6 milhões e R$ 7 milhões cada. E, ainda, seis áreas na 110. Entre as instituições públicas presentes no Distrito Federal, só a Terracap detém maior número de bens imobiliários. De acordo com o arquiteto Alberto de Faria, diretor do Centro de Planejamento da UnB, o investimento em imóveis é a melhor forma de a universidade manter reservas financeiras. mais seguroNão é nosso intuito nem finalidade ser a maior imobiliária do DF, nem acumular terrenos para especular com o valor do imóvel na capital. Mas é o investimento mais seguro para a instituição, afirma ele, admitindo que, indiretamente, a posse de tantas projeções colabora um pouco para a especulação imobiliária no Plano Piloto. Anualmente, a universidade tem de liberar quatro projeções para a construção de prédios residenciais. Cede o terreno a uma construtora e recebe de 40% a 48% dos apartamentos do edifício erguido. Essa é a fórmula que encontramos para não prejudicar o mercado imobiliário e, ao mesmo tempo, não entregar o patrimônio público a preço de banana, explica Alberto de Faria. Os apartamentos são, então, alugados e a renda vai para investimentos em infra-estrutura, compra de equipamentos e manutenção das instalações do campus. De acordo com a Secretaria de Gestão de Patrimônio da UnB, a universidade arrecada mensalmente em torno de R$ 700 mil com os aluguéis. Quando precisamos de injeção maciça de recursos, nos desfazemos de um volume maior de imóveis, por meio de licitações. Fora do cronograma, vendemos apenas o necessário, completa o arquiteto.

Fonte: Jornal de Brasília
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