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Cultura não é o vaso de flores que adorna os salões do poder, diz Gil

      
O ministro da Cultura, Gilberto Gil, mostrou impaciência ontem com a falta de recursos para o setor. Cultura não pode mais ser vista como o vaso de flores que adorna os salões do poder. Cultura é matéria de segurança nacional, objeto de primeira necessidade, item da cesta básica de um Estado e uma sociedade que se respeitam.

Gil esteve ontem na Universidade de São Paulo e no ãroporto de Congonhas, onde participou da sessão de autógrafos do livro Gil 60 - Todas as Contas, de Bené Fonteles. Na USP, Gil defendeu uma maior participação dos negros no cinema. Cabe aos criadores negros aproveitar esse momento e transformá-lo não em moda passageira, mas em realizações constantes e bem fundamentadas, procurando retratar, quem sabe, não o negro extraordinário, não o negro com o pandeiro na mão, com a bola no pé ou com a AR-15 no ombro, mas o negro comum, o negro cidadão, que ama e sofre, que trabalha e sonha, que se afirma sobre a adversidade.

Há um limite para o cineasta branco, por mais crítico e bem-intencionado. Em Congonhas, ele encontrou a filha Preta Gil. Florame disse que ela estaria por aqui, mas não esperava que fosse bem aqui.

Fonte: O Estado de S.Paulo
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