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Palmtop pode virar celular de custo zero

      
Rosa, Façanha, Testa e Grandchamp: telefonia alternativa Um dos projetos apresentados na PDA Show & Conference toca num tema polêmico: o tráfego de voz em redes sem fio com protocolo IP. A solução, que é trabalho de formatura de quatro alunos de Engenharia de Computação da Escola Politécnica da USP, tem potencial para mexer com as operadoras
de telefonia celular.

A idéia nasceu quando soubemos, pela internet, que a Poli havia ganho material wireless doado pela Intel, explica Carlos Façanha, um dos autores do projeto ? que, por sinal, ainda não está 100% concluído. Mas precisamos terminar até dezembro, senão não nos formamos, completa Fábio

Grandchamp, que também faz parte do grupo junto com os alunos Guilherme Santa Rosa e Bruno Testa. O projeto nasce modesto. Seu foco são as grandes empresas, que poderiam se interessar em ter sua própria rede de voz, movida a palmtops. Na Califórnia é diferente.

Já existem seis operadoras de telefonia Wi-Fi, que sofrem pressão do Estado para se adequar à mesma legislação das operadoras convencionais. O clima é tão quente que, na semana passada, a Comissão de Serviços Públicos da Califórnia iria se reunir para decidir o que fazer com essas operadoras, que recolhem menos impostos que as concorrentes tradicionais.

Um dos impostos serve para custear o serviço de atendimento de urgência 911. Java multimídia ? No projeto, os alunos combinaram a plataforma Pocket PC (os iPaqs já estavam disponíveis na Poli) com Java. A tecnologia utilizada inclui o SIP for J2ME (Session Initialization Protocol, usado para gerenciar sessões IP de multimídia) e MMAPI (biblioteca de funções multimídia do sistema Windows). No meio do caminho não faltaram desafios. Um dos problemas que tivemos é que a tecnologia SIP ainda não tem uma versão final, conta Façanha. Temos que trabalhar com uma versão draft (provisória).

Além disso, a tecnologia MMAPI não estava disponível para Pocket PC, o que levou o grupo a criar uma versão a partir do que havia para Windows 2000. O ambiente de desenvolvimento contou com as ferramentas J2ME Wireless Toolkit, Sun One Studio, Microsoft eMdedded Visual Tools e Poseidon for UML. Todas obtidas por meio de licenças para fins não lucrativos, explica Façanha. Apesar do projeto estar pronto, falta terminar quase 50% da codificação.

Entusiasmo, no entanto, é o que não falta.(R.N.S.)

Fonte: O Estado de S.Paulo
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